
Consulados em toda a Ásia do Sul e África estão trabalhando em ritmo acelerado após as autoridades de imigração dos Emirados Árabes Unidos (EAU) implementarem a exigência obrigatória de certificado de antecedentes criminais (CAC) para candidatos provenientes de uma lista de países considerados “de alto risco”. A regulamentação, divulgada inicialmente para centros autorizados de digitação em 11 de abril e confirmada pelo jornal Daily Mirror do Sri Lanka em 12 de abril, afeta futuros residentes do Sri Lanka, Egito, Indonésia, Nepal, Afeganistão, Iraque, Quênia, Nigéria, Gana e outras jurisdições.
De acordo com a nova política, os pedidos de visto de residência não serão aceitos sem a apresentação de um certificado emitido pelo governo que comprove a ausência de antecedentes criminais do solicitante. O CAC deve ser autenticado pelo ministério das Relações Exteriores do país emissor e legalizado por uma missão dos EAU — etapas que podem adicionar de duas a quatro semanas ao prazo de processamento.
Autoridades de imigração afirmam que a medida reforça a triagem de segurança nacional e alinha os EAU aos padrões da OCDE, que já exigem verificações de antecedentes para permissões de estadia de longo prazo. Para empregadores multinacionais que transferem funcionários para Dubai ou Abu Dhabi, o impacto operacional é significativo. As equipes de recursos humanos precisam incluir esse tempo extra nos cronogramas de mobilização de projetos e prever no orçamento as taxas adicionais de autenticação, que podem ultrapassar US$ 150 por candidato.
Especialistas em recrutamento alertam que, em alguns países de origem, os atrasos na emissão de documentos policiais já chegam a 30 dias, colocando em risco as datas de início acordadas nas cartas de oferta. Consultores de risco em viagens recomendam um plano de mitigação em três etapas: 1) solicitar o CAC assim que o candidato aceitar a vaga; 2) utilizar agentes autorizados para evitar erros no formato dos documentos que possam invalidar a solicitação; e 3) orientar os dependentes que viajam, que devem apresentar certificados separados de qualquer país onde tenham residido por seis meses ou mais nos últimos cinco anos.
O não cumprimento pode resultar na separação das famílias, caso o visto do solicitante principal seja emitido antes que os dependentes obtenham sua documentação. Embora o governo não tenha divulgado os critérios exatos para inclusão na lista, advogados de imigração acreditam que altas taxas de permanência irregular e dados biométricos incompletos foram fatores determinantes. A lista será revisada trimestralmente, o que pode levar à inclusão ou exclusão de nacionalidades, conforme os índices de conformidade.
Por isso, recomenda-se que os empregadores acompanhem as atualizações de perto e ajustem suas políticas de mobilidade conforme necessário.
De acordo com a nova política, os pedidos de visto de residência não serão aceitos sem a apresentação de um certificado emitido pelo governo que comprove a ausência de antecedentes criminais do solicitante. O CAC deve ser autenticado pelo ministério das Relações Exteriores do país emissor e legalizado por uma missão dos EAU — etapas que podem adicionar de duas a quatro semanas ao prazo de processamento.
Autoridades de imigração afirmam que a medida reforça a triagem de segurança nacional e alinha os EAU aos padrões da OCDE, que já exigem verificações de antecedentes para permissões de estadia de longo prazo. Para empregadores multinacionais que transferem funcionários para Dubai ou Abu Dhabi, o impacto operacional é significativo. As equipes de recursos humanos precisam incluir esse tempo extra nos cronogramas de mobilização de projetos e prever no orçamento as taxas adicionais de autenticação, que podem ultrapassar US$ 150 por candidato.
Especialistas em recrutamento alertam que, em alguns países de origem, os atrasos na emissão de documentos policiais já chegam a 30 dias, colocando em risco as datas de início acordadas nas cartas de oferta. Consultores de risco em viagens recomendam um plano de mitigação em três etapas: 1) solicitar o CAC assim que o candidato aceitar a vaga; 2) utilizar agentes autorizados para evitar erros no formato dos documentos que possam invalidar a solicitação; e 3) orientar os dependentes que viajam, que devem apresentar certificados separados de qualquer país onde tenham residido por seis meses ou mais nos últimos cinco anos.
O não cumprimento pode resultar na separação das famílias, caso o visto do solicitante principal seja emitido antes que os dependentes obtenham sua documentação. Embora o governo não tenha divulgado os critérios exatos para inclusão na lista, advogados de imigração acreditam que altas taxas de permanência irregular e dados biométricos incompletos foram fatores determinantes. A lista será revisada trimestralmente, o que pode levar à inclusão ou exclusão de nacionalidades, conforme os índices de conformidade.
Por isso, recomenda-se que os empregadores acompanhem as atualizações de perto e ajustem suas políticas de mobilidade conforme necessário.
Fonte: Daily Mirror (Sri Lanka)
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