
A federação de hospitalidade Federalberghi projeta que 7,4 milhões de italianos viajarão durante o feriado prolongado de 1º de maio, gerando 22 milhões de pernoites e €3,8 bilhões em gastos. Noventa e dois por cento planejam ficar dentro da Itália, com uma viagem média de três noites e um gasto diário de €170. A duração mais curta, em comparação com 2025 — quando 25 de abril e 1º de maio formaram uma “super ponte” de cinco dias — provavelmente não afetará o volume total, segundo pesquisa realizada pelo instituto Tecnè.
Os operadores de transporte sentirão a pressão: a Trenitalia adicionou 12 serviços extras do Frecciarossa na rota Milão–Roma–Nápoles, enquanto a concessionária de rodovias Autostrade per l’Italia alerta para picos de tráfego a partir das 15h do dia 30 de abril e 2 de maio. As companhias aéreas domésticas ITA Airways e Volotea reforçaram as aeronaves nas rotas de férias Roma–Catânia e Milão–Palermo.
Para os gestores de mobilidade, os números indicam maior restrição na disponibilidade de assentos e hotéis; tarifas corporativas podem estar bloqueadas, e funcionários chegando no início de maio devem reservar com antecedência ou considerar aeroportos secundários como Bolonha ou Bari. Implicações para RH: o aumento coincide com os ciclos de rotação de final de trimestre para muitos pacotes de expatriados. Empresas que realocam funcionários com datas de mudança em 1º de maio podem precisar organizar acomodações temporárias fora dos centros empresariais tradicionais ou negociar horários flexíveis de início.
Aeroportos provinciais menores podem enfrentar gargalos na segurança se os problemas do Sistema Europeu de Entrada (EES) persistirem. A Federalberghi vê os dados como um sinal positivo de que a alta inflação não diminuiu o apetite dos italianos por escapadas curtas dentro do país. A federação, no entanto, pede descontos direcionados nas tarifas ferroviárias e simplificação das regras regionais do imposto turístico para manter o ritmo durante a temporada de verão.
Os operadores de transporte sentirão a pressão: a Trenitalia adicionou 12 serviços extras do Frecciarossa na rota Milão–Roma–Nápoles, enquanto a concessionária de rodovias Autostrade per l’Italia alerta para picos de tráfego a partir das 15h do dia 30 de abril e 2 de maio. As companhias aéreas domésticas ITA Airways e Volotea reforçaram as aeronaves nas rotas de férias Roma–Catânia e Milão–Palermo.
Para os gestores de mobilidade, os números indicam maior restrição na disponibilidade de assentos e hotéis; tarifas corporativas podem estar bloqueadas, e funcionários chegando no início de maio devem reservar com antecedência ou considerar aeroportos secundários como Bolonha ou Bari. Implicações para RH: o aumento coincide com os ciclos de rotação de final de trimestre para muitos pacotes de expatriados. Empresas que realocam funcionários com datas de mudança em 1º de maio podem precisar organizar acomodações temporárias fora dos centros empresariais tradicionais ou negociar horários flexíveis de início.
Aeroportos provinciais menores podem enfrentar gargalos na segurança se os problemas do Sistema Europeu de Entrada (EES) persistirem. A Federalberghi vê os dados como um sinal positivo de que a alta inflação não diminuiu o apetite dos italianos por escapadas curtas dentro do país. A federação, no entanto, pede descontos direcionados nas tarifas ferroviárias e simplificação das regras regionais do imposto turístico para manter o ritmo durante a temporada de verão.
Fonte: LaPresse
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