
Duas semanas após a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) lançar o portal Consolidated Administration and Processing of Entries (CAPE), importadores elogiam a estabilidade e rapidez do sistema. Em um documento judicial e coletiva de imprensa em 30 de abril, a CBP anunciou que deve começar a emitir reembolsos relacionados às tarifas IEEPA agora invalidadas já a partir de 11 de maio. Cerca de 21% de todos os pedidos de reembolso enviados desde o lançamento do portal em 20 de abril foram aceitos, e aproximadamente 3% já avançaram para a fase de liquidação.
A decisão da Suprema Corte em março, que considerou muitas tarifas emergenciais da era Trump como ultrapassando os limites legais, abriu caminho para bilhões de dólares em possíveis reembolsos. O Congresso deu à CBP apenas 45 dias para implementar um mecanismo; o CAPE foi integrado à infraestrutura já existente do Ambiente Comercial Automatizado (ACE) e entrou no ar conforme o cronograma.
Provedores logísticos relatam que as entradas estão sendo validadas “em segundos”, uma melhora significativa em relação a exercícios anteriores de reembolso em massa, como as exclusões de tarifas da Seção 301. Pequenos problemas iniciais — falhas na autenticação de dois fatores e erros esporádicos de tempo limite — foram mínimos diante do pesadelo de atrasos que muitos temiam. Ainda assim, especialistas alertam que as entradas já liquidadas, atualmente excluídas do CAPE, precisarão de uma atualização futura do sistema.
Do ponto de vista da mobilidade global, os reembolsos trazem benefícios indiretos. Muitas multinacionais repassam os custos das tarifas para orçamentos de projetos que incluem realocação e viagens. A General Motors informou aos investidores que espera um reembolso de 500 milhões de dólares, que ajudará a compensar parcialmente os maiores gastos com patrocínio de vistos e conformidade em viagens.
Consultores de comércio recomendam que as empresas façam auditorias rigorosas dos dados de entrada, pois a CBP mantém o direito de auditoria por dois anos após o pagamento dos reembolsos. Dicas práticas: trate os registros no CAPE como declarações de imposto, garanta que as classificações HTS correspondam às listas validadas pela corte e mantenha a documentação para auditorias pós-reembolso. Empresas com equipes enxutas de compliance podem considerar contratar despachantes aduaneiros especializados em higiene de dados do ACE antes de enviar grandes lotes de entradas.
A decisão da Suprema Corte em março, que considerou muitas tarifas emergenciais da era Trump como ultrapassando os limites legais, abriu caminho para bilhões de dólares em possíveis reembolsos. O Congresso deu à CBP apenas 45 dias para implementar um mecanismo; o CAPE foi integrado à infraestrutura já existente do Ambiente Comercial Automatizado (ACE) e entrou no ar conforme o cronograma.
Provedores logísticos relatam que as entradas estão sendo validadas “em segundos”, uma melhora significativa em relação a exercícios anteriores de reembolso em massa, como as exclusões de tarifas da Seção 301. Pequenos problemas iniciais — falhas na autenticação de dois fatores e erros esporádicos de tempo limite — foram mínimos diante do pesadelo de atrasos que muitos temiam. Ainda assim, especialistas alertam que as entradas já liquidadas, atualmente excluídas do CAPE, precisarão de uma atualização futura do sistema.
Do ponto de vista da mobilidade global, os reembolsos trazem benefícios indiretos. Muitas multinacionais repassam os custos das tarifas para orçamentos de projetos que incluem realocação e viagens. A General Motors informou aos investidores que espera um reembolso de 500 milhões de dólares, que ajudará a compensar parcialmente os maiores gastos com patrocínio de vistos e conformidade em viagens.
Consultores de comércio recomendam que as empresas façam auditorias rigorosas dos dados de entrada, pois a CBP mantém o direito de auditoria por dois anos após o pagamento dos reembolsos. Dicas práticas: trate os registros no CAPE como declarações de imposto, garanta que as classificações HTS correspondam às listas validadas pela corte e mantenha a documentação para auditorias pós-reembolso. Empresas com equipes enxutas de compliance podem considerar contratar despachantes aduaneiros especializados em higiene de dados do ACE antes de enviar grandes lotes de entradas.
Fonte: Supply Chain Dive