
Controladores de tráfego aéreo italianos paralisaram as atividades hoje, das 10h às 18h, causando centenas de cancelamentos e atrasos em aeroportos de todo o país. A maior interrupção foi registrada nos aeroportos Vincenzo Bellini, em Catânia, e Falcone e Borsellino, em Palermo, onde os painéis de partidas da manhã mostravam mais de 60 voos cancelados, envolvendo companhias como ITA Airways, Ryanair, EasyJet e Lufthansa. A paralisação foi convocada pelos sindicatos Filt-Cgil, Uil Trasporti e Unica, devido a questões de pessoal e à estagnação na renovação do contrato com a estatal ENAV. Uma segunda greve, parcialmente simultânea, organizada por Fit-Cisl e Ugl-Ta, agravou ainda mais a situação.
Segundo o sistema de garantias italiano, os horários “protegidos” (07h-10h e 18h-21h) mantiveram um serviço mínimo, mas a maioria dos horários comerciais ficou sem cobertura. As companhias aéreas ativaram planos de contingência padrão: redirecionamento via hubs de Milão e Roma, alterações gratuitas de data e vouchers para hospedagem em conexões no mesmo dia. A Autoridade de Aviação Civil (ENAC) recomendou que os passageiros acompanhassem os aplicativos das companhias antes de se dirigirem aos aeroportos.
Transportadoras alertam que produtos perecíveis de alto valor vindos da Sicília podem perder janelas de distribuição na Europa, reavivando lembranças da perda de €9 milhões na exportação de mangas no verão passado, causada por greves sucessivas. Para gestores de viagens corporativas, a principal lição é o planejamento de contingência: a Itália já registrou 17 greves no setor aéreo desde janeiro, e os sindicatos anunciaram novas paralisações de 24 horas em Milão Malpensa e Roma Fiumicino para 5 de julho. Empresas com operações críticas devem mapear conexões ferroviárias alternativas ou opções de fretamento e incluir dias de margem nos roteiros.
O Ministério dos Transportes convocou uma reunião de conciliação para 28 de junho. Caso não haja acordo sobre as proporções de pessoal, os sindicatos ameaçam intensificar a greve para 48 horas durante o pico de agosto — um cenário que paralisaria o terceiro espaço aéreo mais movimentado da Europa e causaria impactos em cadeias globais de suprimentos.
Segundo o sistema de garantias italiano, os horários “protegidos” (07h-10h e 18h-21h) mantiveram um serviço mínimo, mas a maioria dos horários comerciais ficou sem cobertura. As companhias aéreas ativaram planos de contingência padrão: redirecionamento via hubs de Milão e Roma, alterações gratuitas de data e vouchers para hospedagem em conexões no mesmo dia. A Autoridade de Aviação Civil (ENAC) recomendou que os passageiros acompanhassem os aplicativos das companhias antes de se dirigirem aos aeroportos.
Transportadoras alertam que produtos perecíveis de alto valor vindos da Sicília podem perder janelas de distribuição na Europa, reavivando lembranças da perda de €9 milhões na exportação de mangas no verão passado, causada por greves sucessivas. Para gestores de viagens corporativas, a principal lição é o planejamento de contingência: a Itália já registrou 17 greves no setor aéreo desde janeiro, e os sindicatos anunciaram novas paralisações de 24 horas em Milão Malpensa e Roma Fiumicino para 5 de julho. Empresas com operações críticas devem mapear conexões ferroviárias alternativas ou opções de fretamento e incluir dias de margem nos roteiros.
O Ministério dos Transportes convocou uma reunião de conciliação para 28 de junho. Caso não haja acordo sobre as proporções de pessoal, os sindicatos ameaçam intensificar a greve para 48 horas durante o pico de agosto — um cenário que paralisaria o terceiro espaço aéreo mais movimentado da Europa e causaria impactos em cadeias globais de suprimentos.
Fonte: La Sicilia