
O visto “Verde” de cinco anos dos Emirados Árabes Unidos saiu do papel e já é uma realidade operacional, com o Ministério de Recursos Humanos e Emiratização (MOHRE) divulgando os critérios finais de elegibilidade em 3 de julho. A permissão permite que profissionais qualificados, investidores e autônomos residam nos Emirados por até cinco anos sem a necessidade de um patrocinador local — uma novidade na legislação trabalhista do Golfo.
Os candidatos devem comprovar diploma de bacharelado (ou equivalente), classificação de habilidade MOHRE nível 1 a 3 e salário mínimo de AED 15.000 (≈USD 4.080) — ou, para freelancers, renda comprovada de AED 360.000 nos últimos dois anos. Investidores precisam apresentar demonstrações financeiras auditadas e licenças comerciais válidas. Os portadores podem patrocinar parentes de primeiro grau e contam com um período de carência de seis meses para encontrar novo emprego ou deixar o país caso o visto seja cancelado ou expire.
Para equipes de mobilidade global, o visto Verde é uma ferramenta estratégica: os designados podem se auto-patrocinar, eliminando a burocracia para a empresa anfitriã, que ainda pode emitir contrato de trabalho local. O modelo é atraente para consultores por projeto, nômades digitais e fundadores de startups que precisam de residência nos Emirados, mas não necessariamente de vínculo empregatício fixo.
Os custos de processamento começam em AED 200 mais IVA, com acréscimos para quem já está no país. Diferente do visto Dourado de 10 anos, não há exigência de investimento imobiliário, tornando o visto Verde o produto de residência de médio prazo mais acessível do mercado. Advogados de imigração destacam que bancos estão atualizando suas regras de KYC para aceitar o cartão de identificação dos Emirados com visto Verde na abertura de contas, e seguradoras estão lançando planos de saúde específicos para esse tipo de visto.
Essa iniciativa reforça a posição dos Emirados como um polo de atração de talentos, justamente no momento em que a vizinha Arábia Saudita lança seu próprio programa de Residência Premium.
Os candidatos devem comprovar diploma de bacharelado (ou equivalente), classificação de habilidade MOHRE nível 1 a 3 e salário mínimo de AED 15.000 (≈USD 4.080) — ou, para freelancers, renda comprovada de AED 360.000 nos últimos dois anos. Investidores precisam apresentar demonstrações financeiras auditadas e licenças comerciais válidas. Os portadores podem patrocinar parentes de primeiro grau e contam com um período de carência de seis meses para encontrar novo emprego ou deixar o país caso o visto seja cancelado ou expire.
Para equipes de mobilidade global, o visto Verde é uma ferramenta estratégica: os designados podem se auto-patrocinar, eliminando a burocracia para a empresa anfitriã, que ainda pode emitir contrato de trabalho local. O modelo é atraente para consultores por projeto, nômades digitais e fundadores de startups que precisam de residência nos Emirados, mas não necessariamente de vínculo empregatício fixo.
Os custos de processamento começam em AED 200 mais IVA, com acréscimos para quem já está no país. Diferente do visto Dourado de 10 anos, não há exigência de investimento imobiliário, tornando o visto Verde o produto de residência de médio prazo mais acessível do mercado. Advogados de imigração destacam que bancos estão atualizando suas regras de KYC para aceitar o cartão de identificação dos Emirados com visto Verde na abertura de contas, e seguradoras estão lançando planos de saúde específicos para esse tipo de visto.
Essa iniciativa reforça a posição dos Emirados como um polo de atração de talentos, justamente no momento em que a vizinha Arábia Saudita lança seu próprio programa de Residência Premium.
Fonte: HR Katha
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