
Viajantes brasileiros solicitando vistos de visitante B1/B2 nos Consulados dos EUA em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Porto Alegre tiveram uma surpresa desagradável em 16 de outubro: a partir de agora, a plataforma de agendamento permitirá apenas três cancelamentos ou alterações de data por solicitação. Após a terceira remarcação, o sistema cancela automaticamente o pedido e bloqueia o número do passaporte até que um novo formulário DS-160 seja preenchido e a taxa não reembolsável MRV de US$ 185 (cerca de R$ 960) seja paga novamente.
Segundo o anúncio publicado pela coluna Prisma do R7, a mudança foi implementada em 29 de setembro, mas só está sendo plenamente aplicada agora, enquanto os consulados eliminam o acúmulo de vagas para entrevistas de 2025-2026. Autoridades consulares afirmam que a medida visa combater as “reservas fantasmas” feitas por agências de visto que garantiram milhares de vagas durante a pandemia e depois as venderam no mercado secundário.
Para gestores de mobilidade corporativa, o impacto é imediato. Viajantes a trabalho que costumam adiar ou antecipar viagens precisarão de processos internos de aprovação mais rigorosos; caso contrário, a empresa corre o risco de pagar a taxa MRV duas vezes. Empresas de gestão de viagens (TMCs) recomendam que os clientes só confirmem datas de entrevista após a confirmação dos voos e mantenham os documentos digitalizados e prontos para evitar uploads de última hora que possam gerar cancelamentos.
A nova política surge num momento em que os Estados Unidos registraram um aumento de 34% na chegada de visitantes brasileiros no primeiro semestre de 2026, impulsionado principalmente pela retomada das viagens de incentivo e conferências. Qualquer obstáculo adicional na etapa do visto pode frear essa recuperação.
Multinacionais que fazem rodízio de funcionários entre escritórios no Brasil e nos EUA estão considerando usar passaportes chilenos ou espanhóis elegíveis para o ESTA, que alguns executivos com dupla cidadania possuem, ou transferir reuniões importantes para Cidade do México ou Bogotá, onde brasileiros não precisam de visto.
Na prática, os departamentos de RH devem monitorar quantas vezes cada funcionário já alterou um agendamento e incluir uma “semana de margem” nos cronogramas de viagem. Os consulados garantem que emergências reais — como viagens médicas — ainda podem solicitar uma data antecipada pelo sistema online, mas não haverá isenção da taxa extra caso o limite de três alterações seja ultrapassado.
Segundo o anúncio publicado pela coluna Prisma do R7, a mudança foi implementada em 29 de setembro, mas só está sendo plenamente aplicada agora, enquanto os consulados eliminam o acúmulo de vagas para entrevistas de 2025-2026. Autoridades consulares afirmam que a medida visa combater as “reservas fantasmas” feitas por agências de visto que garantiram milhares de vagas durante a pandemia e depois as venderam no mercado secundário.
Para gestores de mobilidade corporativa, o impacto é imediato. Viajantes a trabalho que costumam adiar ou antecipar viagens precisarão de processos internos de aprovação mais rigorosos; caso contrário, a empresa corre o risco de pagar a taxa MRV duas vezes. Empresas de gestão de viagens (TMCs) recomendam que os clientes só confirmem datas de entrevista após a confirmação dos voos e mantenham os documentos digitalizados e prontos para evitar uploads de última hora que possam gerar cancelamentos.
A nova política surge num momento em que os Estados Unidos registraram um aumento de 34% na chegada de visitantes brasileiros no primeiro semestre de 2026, impulsionado principalmente pela retomada das viagens de incentivo e conferências. Qualquer obstáculo adicional na etapa do visto pode frear essa recuperação.
Multinacionais que fazem rodízio de funcionários entre escritórios no Brasil e nos EUA estão considerando usar passaportes chilenos ou espanhóis elegíveis para o ESTA, que alguns executivos com dupla cidadania possuem, ou transferir reuniões importantes para Cidade do México ou Bogotá, onde brasileiros não precisam de visto.
Na prática, os departamentos de RH devem monitorar quantas vezes cada funcionário já alterou um agendamento e incluir uma “semana de margem” nos cronogramas de viagem. Os consulados garantem que emergências reais — como viagens médicas — ainda podem solicitar uma data antecipada pelo sistema online, mas não haverá isenção da taxa extra caso o limite de três alterações seja ultrapassado.
Fonte: R7 – Prisma column
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