
Também publicado em 20 de novembro, uma disposição paralela do Decreto Flussi aumenta o teto de migração legal da Itália em mais 10.000 vagas reservadas para trabalhadores domésticos — principalmente cuidadores residentes, babás e empregadas domésticas — cujas funções ficam fora das cotas anuais padrão. O novo canal ‘fuori quota’ responde às realidades demográficas: a idade média na Itália já ultrapassa os 48 anos, e a demanda por suporte domiciliar está crescendo, à medida que famílias com dupla renda enfrentam dificuldades para cobrir cuidados infantis e de idosos.
Segundo a regra, famílias ou agências de emprego podem patrocinar candidatos não pertencentes à UE para contratos de um ano, desde que garantam salários justos, acomodação privada ou arranjo residencial conforme os acordos coletivos nacionais. Os aprovados receberão um permesso di soggiorno por trabalho doméstico válido por um ano, renovável enquanto durar a relação de emprego.
Para os departamentos de RH e mobilidade global, a medida oferece uma solução prática para apoiar executivos expatriados que se mudam com dependentes. Os patrocinadores podem enviar as candidaturas pelo portal unificado de imigração do Ministério do Interior, mas precisam primeiro obter uma identidade digital (SPID) e completar um treinamento online obrigatório sobre padrões de trabalho justo. O processamento será por ordem de chegada, assim que o ‘click-day’ for anunciado — provavelmente em meados de fevereiro de 2026 — por isso, empresas e famílias são aconselhadas a preparar os dossiês com antecedência.
Os sindicatos receberam a medida com aprovação, mas alertam que a fiscalização será fundamental para evitar que o canal se torne uma via alternativa para trabalho doméstico mal remunerado. Empregadores podem ser multados em até €9.000 por infração, caso os contracheques ou horas trabalhadas não correspondam às declarações feitas durante o processo de visto.
Segundo a regra, famílias ou agências de emprego podem patrocinar candidatos não pertencentes à UE para contratos de um ano, desde que garantam salários justos, acomodação privada ou arranjo residencial conforme os acordos coletivos nacionais. Os aprovados receberão um permesso di soggiorno por trabalho doméstico válido por um ano, renovável enquanto durar a relação de emprego.
Para os departamentos de RH e mobilidade global, a medida oferece uma solução prática para apoiar executivos expatriados que se mudam com dependentes. Os patrocinadores podem enviar as candidaturas pelo portal unificado de imigração do Ministério do Interior, mas precisam primeiro obter uma identidade digital (SPID) e completar um treinamento online obrigatório sobre padrões de trabalho justo. O processamento será por ordem de chegada, assim que o ‘click-day’ for anunciado — provavelmente em meados de fevereiro de 2026 — por isso, empresas e famílias são aconselhadas a preparar os dossiês com antecedência.
Os sindicatos receberam a medida com aprovação, mas alertam que a fiscalização será fundamental para evitar que o canal se torne uma via alternativa para trabalho doméstico mal remunerado. Empregadores podem ser multados em até €9.000 por infração, caso os contracheques ou horas trabalhadas não correspondam às declarações feitas durante o processo de visto.
Fonte: Il Sussidiario
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