
No final da segunda-feira, 24 de novembro de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou—com várias emendas—o projeto de lei que converte o Decreto-Lei 146/2025 sobre a entrada regular de trabalhadores estrangeiros. O texto segue agora para o Senado para ratificação final antes do prazo de 2 de dezembro, mas a votação na Câmara já consolida mudanças significativas nos procedimentos para patrocinadores corporativos.
A principal delas é a ampliação de dois prazos críticos: os empregadores terão agora 15 dias (em vez de 7) para confirmar o nulla osta após sua emissão, e mais 15 dias após a chegada do trabalhador para assinar o contratto di soggiorno. Os parlamentares também dobraram — de seis para doze meses — o período em que graduados não sujeitos a cotas de programas de formação italianos podem solicitar o visto de procura de emprego, medida bem recebida por centros multinacionais de P&D.
Outras emendas exigem que o Ministério do Interior publique estatísticas em tempo real sobre a utilização das cotas, incluindo dados desagregados por gênero, e teste um piloto em blockchain que registre o endereço IP de cada solicitação — medidas para coibir a revenda de vagas por intermediários ilegais. Os sindicatos garantiram uma cláusula que obriga os empregadores a certificarem o cumprimento dos acordos coletivos nacionais ao confirmarem o nulla osta.
Para os gestores de mobilidade global, o maior benefício é a previsibilidade: os prazos mais longos reduzem o risco de que agendamentos consulares ou atrasos em viagens obriguem as empresas a reiniciar todo o processo. No entanto, consultores alertam que as prefeituras precisam atualizar rapidamente seus portais online para evitar que os processos fiquem paralisados em dezembro.
Próximos passos: o Senado iniciará a análise em comissão no dia 25 de novembro, com votação de confiança prevista para o final do mês. As empresas devem acompanhar a publicação na Gazzetta Ufficiale para o texto final e ajustar seus calendários internos de conformidade.
A principal delas é a ampliação de dois prazos críticos: os empregadores terão agora 15 dias (em vez de 7) para confirmar o nulla osta após sua emissão, e mais 15 dias após a chegada do trabalhador para assinar o contratto di soggiorno. Os parlamentares também dobraram — de seis para doze meses — o período em que graduados não sujeitos a cotas de programas de formação italianos podem solicitar o visto de procura de emprego, medida bem recebida por centros multinacionais de P&D.
Outras emendas exigem que o Ministério do Interior publique estatísticas em tempo real sobre a utilização das cotas, incluindo dados desagregados por gênero, e teste um piloto em blockchain que registre o endereço IP de cada solicitação — medidas para coibir a revenda de vagas por intermediários ilegais. Os sindicatos garantiram uma cláusula que obriga os empregadores a certificarem o cumprimento dos acordos coletivos nacionais ao confirmarem o nulla osta.
Para os gestores de mobilidade global, o maior benefício é a previsibilidade: os prazos mais longos reduzem o risco de que agendamentos consulares ou atrasos em viagens obriguem as empresas a reiniciar todo o processo. No entanto, consultores alertam que as prefeituras precisam atualizar rapidamente seus portais online para evitar que os processos fiquem paralisados em dezembro.
Próximos passos: o Senado iniciará a análise em comissão no dia 25 de novembro, com votação de confiança prevista para o final do mês. As empresas devem acompanhar a publicação na Gazzetta Ufficiale para o texto final e ajustar seus calendários internos de conformidade.
Fonte: Euroconference Lavoro