
Chipre encerrou uma década de esforços para restabelecer voos diretos ao coração político da UE ao assinar um contrato de Obrigação de Serviço Público (OSP) de um ano com a Aegean Airlines. O acordo, firmado em 28 de novembro pelo Ministro dos Transportes Alexis Vafeades e executivos da Aegean, garante pelo menos três voos semanais entre Larnaca e Bruxelas de 1º de dezembro de 2025 a 30 de novembro de 2026, aumentando para cinco voos por semana durante o auge da Presidência do Conselho da UE por Chipre na primeira metade de 2026.
O contrato limita as tarifas econômicas totalmente flexíveis a €400 (incluindo impostos, bagagem de 23 kg e refeição) e obriga a companhia aérea a operar com Airbus A320neo de 174 assentos, equipados com Wi-Fi KU-band e capacidade de carga de 15 toneladas. Para os funcionários cipriotas que viajarão até duas vezes por semana para Bruxelas no próximo ano — além de lobistas, jornalistas e consultores — a medida elimina as conexões demoradas via Atenas, Viena ou Londres, que dominaram os itinerários desde o fim da Cyprus Airways em 2015.
Grupos empresariais saudaram a rota apoiada pelo Estado, argumentando que o acesso confiável às instituições da UE é essencial para os setores de serviços financeiros e navegação da ilha, que precisam interagir intensamente com os reguladores durante a Presidência. A Câmara de Comércio de Chipre estima que a reconexão com Bruxelas injetará pelo menos €35 milhões na economia por meio de conferências, turismo de negócios (MICE) e exportação de cargas (halloumi, produtos farmacêuticos e perecíveis de alto valor).
O modelo OSP segue arranjos usados por Malta, Luxemburgo e outros pequenos países para garantir conectividade estratégica. Autoridades indicaram que contratos semelhantes podem em breve apoiar ligações a Frankfurt e Paris, fortalecendo ainda mais a recuperação da aviação cipriota pós-pandemia. As vendas de passagens foram abertas poucas horas após a assinatura; a Aegean informa que o voo inaugural já está 60% vendido, sinalizando uma demanda reprimida. Gestores de mobilidade são aconselhados a reservar cedo, já que a Presidência deve gerar mais de 15 mil viagens extras de ida e volta na primeira metade de 2026.
O contrato limita as tarifas econômicas totalmente flexíveis a €400 (incluindo impostos, bagagem de 23 kg e refeição) e obriga a companhia aérea a operar com Airbus A320neo de 174 assentos, equipados com Wi-Fi KU-band e capacidade de carga de 15 toneladas. Para os funcionários cipriotas que viajarão até duas vezes por semana para Bruxelas no próximo ano — além de lobistas, jornalistas e consultores — a medida elimina as conexões demoradas via Atenas, Viena ou Londres, que dominaram os itinerários desde o fim da Cyprus Airways em 2015.
Grupos empresariais saudaram a rota apoiada pelo Estado, argumentando que o acesso confiável às instituições da UE é essencial para os setores de serviços financeiros e navegação da ilha, que precisam interagir intensamente com os reguladores durante a Presidência. A Câmara de Comércio de Chipre estima que a reconexão com Bruxelas injetará pelo menos €35 milhões na economia por meio de conferências, turismo de negócios (MICE) e exportação de cargas (halloumi, produtos farmacêuticos e perecíveis de alto valor).
O modelo OSP segue arranjos usados por Malta, Luxemburgo e outros pequenos países para garantir conectividade estratégica. Autoridades indicaram que contratos semelhantes podem em breve apoiar ligações a Frankfurt e Paris, fortalecendo ainda mais a recuperação da aviação cipriota pós-pandemia. As vendas de passagens foram abertas poucas horas após a assinatura; a Aegean informa que o voo inaugural já está 60% vendido, sinalizando uma demanda reprimida. Gestores de mobilidade são aconselhados a reservar cedo, já que a Presidência deve gerar mais de 15 mil viagens extras de ida e volta na primeira metade de 2026.