
Viajantes de fim de ano que esperavam uma saída tranquila do principal aeroporto internacional do Brasil enfrentaram caos em 29 de dezembro. Até as 10h, horário local, o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU) registrava 90 partidas atrasadas e 11 cancelamentos, segundo dados em tempo real citados pelas autoridades aeroportuárias.
LATAM Brasil e Azul foram as mais afetadas, mas parceiras de voos de longa distância como American Airlines, Iberia e TAP também relataram atrasos em cascata após aeronaves e tripulações perderem horários essenciais. Empresas de serviços em solo atribuíram o problema a uma “tempestade perfeita”: chuvas torrenciais durante a noite alagaram dois pátios remotos, forçando uma reorganização de última hora nos portões, enquanto uma inesperada falta de pessoal no turno da noite dos Serviços de Navegação Aérea (DECEA) causou reprogramação dos slots durante o pico da manhã.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a situação reforça que o clima de verão no Brasil pode desestabilizar planejamentos minuciosos. Viajantes com conexões para Miami, Nova York e Orlando — rotas de alto valor para o tráfego de negócios — foram os mais prejudicados, com alguns perdendo compromissos importantes logo após o feriado.
As companhias aéreas liberaram remarcações sem custo, mas a disponibilidade de assentos estava limitada, já que os voos operavam próximos da capacidade máxima para o período. Consultores de gestão de viagens recomendam que empresas ampliem as margens de conexão durante o verão do hemisfério sul, considerem custos extras com hospedagem para funcionários retidos e revisem protocolos de cuidado para colaboradores com prazos apertados.
A operadora GRU Airport informou que acelerou as obras de melhoria na drenagem do Pátio de Carga 4 e vai reforçar o turno do meio-dia com 40 funcionários temporários durante a primeira semana de janeiro, quando se espera um novo aumento no fluxo de viajantes.
LATAM Brasil e Azul foram as mais afetadas, mas parceiras de voos de longa distância como American Airlines, Iberia e TAP também relataram atrasos em cascata após aeronaves e tripulações perderem horários essenciais. Empresas de serviços em solo atribuíram o problema a uma “tempestade perfeita”: chuvas torrenciais durante a noite alagaram dois pátios remotos, forçando uma reorganização de última hora nos portões, enquanto uma inesperada falta de pessoal no turno da noite dos Serviços de Navegação Aérea (DECEA) causou reprogramação dos slots durante o pico da manhã.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a situação reforça que o clima de verão no Brasil pode desestabilizar planejamentos minuciosos. Viajantes com conexões para Miami, Nova York e Orlando — rotas de alto valor para o tráfego de negócios — foram os mais prejudicados, com alguns perdendo compromissos importantes logo após o feriado.
As companhias aéreas liberaram remarcações sem custo, mas a disponibilidade de assentos estava limitada, já que os voos operavam próximos da capacidade máxima para o período. Consultores de gestão de viagens recomendam que empresas ampliem as margens de conexão durante o verão do hemisfério sul, considerem custos extras com hospedagem para funcionários retidos e revisem protocolos de cuidado para colaboradores com prazos apertados.
A operadora GRU Airport informou que acelerou as obras de melhoria na drenagem do Pátio de Carga 4 e vai reforçar o turno do meio-dia com 40 funcionários temporários durante a primeira semana de janeiro, quando se espera um novo aumento no fluxo de viajantes.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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