
Alemanha — e todos os outros países membros do Espaço Schengen — entraram na próxima fase do novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da UE em 9 de janeiro, quando o regulamento exige o processamento biométrico em metade dos pontos de controle das fronteiras externas e uma taxa mínima de registro de 35% para chegadas de países terceiros. A associação do setor ACI Europe alertou que os tempos de controle de passaportes já aumentaram até 70% na fase piloto e agora podem ultrapassar três horas durante os picos de movimento.
Relatos iniciais de Frankfurt e Munique confirmaram a previsão: viajantes fora da UE enfrentaram filas longas enquanto os agentes capturavam impressões digitais e imagens faciais, emitindo recibos impressos que substituem os carimbos nos passaportes. O Aeroporto de Frankfurt chegou a fechar temporariamente dois portões automáticos de fronteira quando os leitores de digitais congelaram em temperaturas abaixo de zero — obrigando os agentes a voltarem ao processamento manual.
Viajantes a negócios com conexões apertadas dentro do Espaço Schengen foram os mais prejudicados; vários perderam voos de conexão após o controle de imigração. A Lufthansa e outras companhias autorizaram a equipe de solo a agilizar a passagem de passageiros da classe premium por entradas exclusivas, quando possível.
As equipes de mobilidade global devem orientar os funcionários a reservar pelo menos 90 minutos do finger até o saguão de desembarque ao chegar de destinos fora do Schengen e a portar comprovantes impressos de reservas de trem ou voo subsequentes para solicitar atendimento prioritário.
A Polícia Federal Alemã informa que novos portões eletrônicos estarão operacionais até abril, mas a limitação de pessoal ainda é um desafio. A implementação do EES é um passo preparatório para o ETIAS, agora previsto para 2027, que adicionará uma camada de autorização prévia de viagem para visitantes isentos de visto.
Relatos iniciais de Frankfurt e Munique confirmaram a previsão: viajantes fora da UE enfrentaram filas longas enquanto os agentes capturavam impressões digitais e imagens faciais, emitindo recibos impressos que substituem os carimbos nos passaportes. O Aeroporto de Frankfurt chegou a fechar temporariamente dois portões automáticos de fronteira quando os leitores de digitais congelaram em temperaturas abaixo de zero — obrigando os agentes a voltarem ao processamento manual.
Viajantes a negócios com conexões apertadas dentro do Espaço Schengen foram os mais prejudicados; vários perderam voos de conexão após o controle de imigração. A Lufthansa e outras companhias autorizaram a equipe de solo a agilizar a passagem de passageiros da classe premium por entradas exclusivas, quando possível.
As equipes de mobilidade global devem orientar os funcionários a reservar pelo menos 90 minutos do finger até o saguão de desembarque ao chegar de destinos fora do Schengen e a portar comprovantes impressos de reservas de trem ou voo subsequentes para solicitar atendimento prioritário.
A Polícia Federal Alemã informa que novos portões eletrônicos estarão operacionais até abril, mas a limitação de pessoal ainda é um desafio. A implementação do EES é um passo preparatório para o ETIAS, agora previsto para 2027, que adicionará uma camada de autorização prévia de viagem para visitantes isentos de visto.
Fonte: Forbes / Adept.Travel
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