
A Eurostar emitiu um novo alerta de viagem na segunda-feira após uma série de problemas técnicos e “restrições operacionais” na estação Brussels-Midi e nas linhas belgas de conexão, que causaram atrasos contínuos ao longo do dia. O boletim ao vivo da operadora às 10h54 CET listava vários atrasos em 12 de janeiro — alguns relacionados a uma pessoa não autorizada na linha e outros a congestionamentos em cadeia entre Bruxelas e Paris. Os serviços para Amsterdã e Colônia também foram afetados. (eurostar.com)
Passageiros relataram filas nos controles fronteiriços do Reino Unido e do espaço Schengen, com conexões perdidas para trens domésticos da SNCB. A Eurostar está permitindo remarcações sem taxa dentro de 60 dias, mas os direitos a reembolso dependem da duração do atraso, o que levou a pedidos para que equipes de RH orientem os funcionários em viagem sobre os procedimentos para reivindicações.
Para empresas, a interrupção evidencia a fragilidade dos itinerários ferroviários com múltiplos trechos, muito usados em políticas de viagem sustentável. Quem encaminha colaboradores via Bruxelas para conexões no mesmo dia em TGV ou ICE deve prever pelo menos duas horas extras no cronograma ou considerar pernoites. Ferramentas de check-in remoto para reuniões ou eventos híbridos podem ajudar a minimizar perdas de produtividade.
O alerta também antecipa mais turbulências: a Eurostar já cancelou trens entre 5 de janeiro e 8 de fevereiro para obras na infraestrutura e greve na França. Planejadores de mobilidade são aconselhados a acompanhar as atualizações da operadora e reservar orçamentos de contingência para alternativas de última hora, como voos ou aluguel de carros.
Os procedimentos de imigração belgas no Terminal Internacional permanecem inalterados; no entanto, tempos maiores de permanência no saguão de embarque podem complicar o registro biométrico no Sistema de Entrada/Saída da UE (EES), que será implementado nos quiosques ainda neste trimestre.
Passageiros relataram filas nos controles fronteiriços do Reino Unido e do espaço Schengen, com conexões perdidas para trens domésticos da SNCB. A Eurostar está permitindo remarcações sem taxa dentro de 60 dias, mas os direitos a reembolso dependem da duração do atraso, o que levou a pedidos para que equipes de RH orientem os funcionários em viagem sobre os procedimentos para reivindicações.
Para empresas, a interrupção evidencia a fragilidade dos itinerários ferroviários com múltiplos trechos, muito usados em políticas de viagem sustentável. Quem encaminha colaboradores via Bruxelas para conexões no mesmo dia em TGV ou ICE deve prever pelo menos duas horas extras no cronograma ou considerar pernoites. Ferramentas de check-in remoto para reuniões ou eventos híbridos podem ajudar a minimizar perdas de produtividade.
O alerta também antecipa mais turbulências: a Eurostar já cancelou trens entre 5 de janeiro e 8 de fevereiro para obras na infraestrutura e greve na França. Planejadores de mobilidade são aconselhados a acompanhar as atualizações da operadora e reservar orçamentos de contingência para alternativas de última hora, como voos ou aluguel de carros.
Os procedimentos de imigração belgas no Terminal Internacional permanecem inalterados; no entanto, tempos maiores de permanência no saguão de embarque podem complicar o registro biométrico no Sistema de Entrada/Saída da UE (EES), que será implementado nos quiosques ainda neste trimestre.
Fonte: Eurostar Service Bulletin
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