
A Lufthansa anunciou hoje que sua frota de oito Airbus A380 continuará sendo fundamental para a malha de voos de longa distância da companhia pelo restante da década. Com um programa de retrofit de €300 milhões, a empresa informou que cada superjumbo receberá uma nova configuração de assentos executivos 1-2-1 da Thompson Aero, garantindo acesso direto ao corredor, carregamento sem fio e áudio Bluetooth.
Devido a questões de certificação, o produto principal “Allegris” ainda não pode ser instalado no A380, mas os engenheiros poderão colocar os assentos Thompson durante as manutenções de inverno, permitindo que o primeiro avião reformado volte a operar em abril de 2026.
Para as equipes de mobilidade corporativa, essa decisão elimina um grande risco de capacidade. A escassez de aeronaves — agravada pelos atrasos nas entregas dos Boeing 777X e Airbus A350-1000 — gerava receios de redução na oferta de assentos premium nas rotas-chave entre Alemanha, Ásia e EUA. Ao prolongar a vida útil dos A380 e modernizar suas cabines, a Lufthansa mantém a frequência e a quantidade de assentos estáveis durante a importante temporada de contratos de verão.
O retrofit também é um sinal para as empresas globais com sede na Alemanha de que a companhia está disposta a investir para garantir a confiabilidade dos horários. Os viajantes executivos terão uma configuração semelhante às novas cabines Allegris do 787-9 e A350 (camas totalmente reclináveis, telas 4K de 17 polegadas, divisórias de privacidade), mas sem portas deslizantes — um compromisso aceitável para evitar novos atrasos na certificação. A Lufthansa afirma que o programa “preencherá a lacuna” até pelo menos 2032, quando se espera a chegada de aeronaves wide-body novas suficientes.
Os gestores de viagens devem observar que a reforma da cabine retirará cada A380 de operação por cerca de seis semanas entre fevereiro e setembro. A primeira parada será na rota Munique–Boston; assentos premium alternativos em A350-900 já estão disponíveis no GDS, e as equipes de grupos estão realocando clientes de alto status. Equipes de mobilidade com início de projetos na primavera devem reconfirmar os mapas de assentos após a emissão das passagens. Não há previsão de mudanças na classe econômica.
Fora da Alemanha, outras companhias — Emirates, Qantas e British Airways — estão adotando medidas semelhantes, indicando que o A380, antes considerado pouco econômico, terá um papel renovado na recuperação das malhas pós-pandemia. Para os viajantes com foco na Alemanha, isso significa mais assentos no andar superior, maior disponibilidade de prêmios e menos trocas de aeronaves de última hora nos próximos cinco anos.
Devido a questões de certificação, o produto principal “Allegris” ainda não pode ser instalado no A380, mas os engenheiros poderão colocar os assentos Thompson durante as manutenções de inverno, permitindo que o primeiro avião reformado volte a operar em abril de 2026.
Para as equipes de mobilidade corporativa, essa decisão elimina um grande risco de capacidade. A escassez de aeronaves — agravada pelos atrasos nas entregas dos Boeing 777X e Airbus A350-1000 — gerava receios de redução na oferta de assentos premium nas rotas-chave entre Alemanha, Ásia e EUA. Ao prolongar a vida útil dos A380 e modernizar suas cabines, a Lufthansa mantém a frequência e a quantidade de assentos estáveis durante a importante temporada de contratos de verão.
O retrofit também é um sinal para as empresas globais com sede na Alemanha de que a companhia está disposta a investir para garantir a confiabilidade dos horários. Os viajantes executivos terão uma configuração semelhante às novas cabines Allegris do 787-9 e A350 (camas totalmente reclináveis, telas 4K de 17 polegadas, divisórias de privacidade), mas sem portas deslizantes — um compromisso aceitável para evitar novos atrasos na certificação. A Lufthansa afirma que o programa “preencherá a lacuna” até pelo menos 2032, quando se espera a chegada de aeronaves wide-body novas suficientes.
Os gestores de viagens devem observar que a reforma da cabine retirará cada A380 de operação por cerca de seis semanas entre fevereiro e setembro. A primeira parada será na rota Munique–Boston; assentos premium alternativos em A350-900 já estão disponíveis no GDS, e as equipes de grupos estão realocando clientes de alto status. Equipes de mobilidade com início de projetos na primavera devem reconfirmar os mapas de assentos após a emissão das passagens. Não há previsão de mudanças na classe econômica.
Fora da Alemanha, outras companhias — Emirates, Qantas e British Airways — estão adotando medidas semelhantes, indicando que o A380, antes considerado pouco econômico, terá um papel renovado na recuperação das malhas pós-pandemia. Para os viajantes com foco na Alemanha, isso significa mais assentos no andar superior, maior disponibilidade de prêmios e menos trocas de aeronaves de última hora nos próximos cinco anos.
Fonte: Business Insider
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