
Sindicatos de transporte italianos convocaram uma série de greves de quatro e oito horas em aeroportos estratégicos — incluindo Roma-Fiumicino, Roma-Ciampino, Nápoles e Palermo — na segunda-feira, 11 de maio. Equipes de manuseio em solo, controladores de tráfego aéreo da ENAV e tripulações de cabine e de voo da easyJet vão paralisar as atividades entre 10h e 18h, com apenas os “slots protegidos” obrigatórios (07h-10h e 18h-21h) garantidos para operação.
Por que isso importa em Viena? A Itália é o terceiro maior mercado de voos de negócios para a Áustria; em um dia útil típico, mais de 30 voos originados em Viena seguem para Fiumicino ou Nápoles. As companhias do Grupo Lufthansa, Austrian e Eurowings, também dependem das filas de segurança geridas pela ADR nos aeroportos afetados, o que significa que a interrupção terá efeito cascata na rede Star Alliance.
Os viajantes com conexões de longa distância — especialmente para a América do Sul e Oriente Médio — correm maior risco de perder seus voos seguintes. Empresas austríacas com equipes de projeto no norte da Itália já estão remarcando opções de trem e aluguel de carros. Gestores de mobilidade são aconselhados a verificar se reuniões podem ser realizadas virtualmente ou transferidas para Milão (Linate e Malpensa não estão incluídos na greve) para evitar custos de última hora.
Segundo o Regulamento da UE 261/2004, passageiros cujos trechos Viena–Roma ou Innsbruck–Nápoles forem cancelados têm direito a reacomodação ou reembolso, mas não a indenização, já que a greve é considerada uma “circunstância extraordinária”. Para quem precisa voar, especialistas recomendam sair da Áustria na noite anterior para garantir os slots protegidos pela manhã na Itália e deixar uma margem de pelo menos seis horas para conexões seguintes.
O Aeroporto de Viena informou que isentará taxas de alteração para passageiros que remarcem voos da Austrian Airlines nos dias 10 ou 12 de maio, sujeito à disponibilidade de assentos. O aeroporto também planeja reforçar o atendimento nos balcões de conexão no dia da greve para lidar com itinerários afetados.
Por que isso importa em Viena? A Itália é o terceiro maior mercado de voos de negócios para a Áustria; em um dia útil típico, mais de 30 voos originados em Viena seguem para Fiumicino ou Nápoles. As companhias do Grupo Lufthansa, Austrian e Eurowings, também dependem das filas de segurança geridas pela ADR nos aeroportos afetados, o que significa que a interrupção terá efeito cascata na rede Star Alliance.
Os viajantes com conexões de longa distância — especialmente para a América do Sul e Oriente Médio — correm maior risco de perder seus voos seguintes. Empresas austríacas com equipes de projeto no norte da Itália já estão remarcando opções de trem e aluguel de carros. Gestores de mobilidade são aconselhados a verificar se reuniões podem ser realizadas virtualmente ou transferidas para Milão (Linate e Malpensa não estão incluídos na greve) para evitar custos de última hora.
Segundo o Regulamento da UE 261/2004, passageiros cujos trechos Viena–Roma ou Innsbruck–Nápoles forem cancelados têm direito a reacomodação ou reembolso, mas não a indenização, já que a greve é considerada uma “circunstância extraordinária”. Para quem precisa voar, especialistas recomendam sair da Áustria na noite anterior para garantir os slots protegidos pela manhã na Itália e deixar uma margem de pelo menos seis horas para conexões seguintes.
O Aeroporto de Viena informou que isentará taxas de alteração para passageiros que remarcem voos da Austrian Airlines nos dias 10 ou 12 de maio, sujeito à disponibilidade de assentos. O aeroporto também planeja reforçar o atendimento nos balcões de conexão no dia da greve para lidar com itinerários afetados.
Fonte: The Flight Club
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