
Análise recente do painel de tempos de espera para vistos do Departamento de Estado dos EUA revela aumento das disparidades regionais no final de março de 2026. Um artigo divulgado esta manhã destaca que as vagas para entrevistas de visto de turista (B-1/B-2) na Cidade do México caíram para cerca de seis semanas, enquanto os candidatos em Bogotá enfrentam esperas próximas a nove meses. Guadalajara (três meses) e Ciudad Juárez (mais de onze meses) completam o cenário misto do México, enquanto Londres apresenta uma janela relativamente tranquila de 30 a 60 dias.
Essa divergência é crucial para as empresas, pois os gargalos nos vistos podem comprometer reuniões com clientes, início de projetos e datas de orientação para estudantes. Gestores de mobilidade que apoiam talentos latino-americanos precisam avaliar se devem encaminhar funcionários para consulados alternativos — como a Cidade da Guatemala, com disponibilidade de 1,5 mês — ou aproveitar programas de isenção de entrevista quando os critérios de renovação permitirem.
O artigo recomenda que os pedidos sejam feitos com antecedência, que haja monitoramento constante para aproveitar cancelamentos de última hora e que se invista em processamento premium para vistos de trabalho, minimizando riscos de atrasos.
Diversos fatores explicam as filas: as embaixadas ainda estão repondo equipes após a paralisação de contratações na pandemia, enquanto a intensificação da triagem de segurança e análise de redes sociais prolongam o processo. O aumento da demanda devido à Copa do Mundo da FIFA 2026 na América do Norte pressiona ainda mais os postos no México, país-sede, e nos principais hubs de trânsito da região.
O Departamento de Estado informa que está implementando uma plataforma centralizada de agendamento — prevista para estabilizar a visibilidade das vagas ainda este ano —, mas admite que o período de transição reduziu temporariamente a oferta de horários.
Para as equipes de RH, a lição é dupla: planejar prazos maiores para deslocamentos na América Latina e orientar os viajantes a consultarem múltiplos consulados antes de confirmar datas. Também é importante lembrar os funcionários que os números de “próxima vaga disponível” podem mudar diariamente; alertas automáticos e planilhas de acompanhamento dedicadas continuam sendo as melhores práticas para missões críticas.
Essa divergência é crucial para as empresas, pois os gargalos nos vistos podem comprometer reuniões com clientes, início de projetos e datas de orientação para estudantes. Gestores de mobilidade que apoiam talentos latino-americanos precisam avaliar se devem encaminhar funcionários para consulados alternativos — como a Cidade da Guatemala, com disponibilidade de 1,5 mês — ou aproveitar programas de isenção de entrevista quando os critérios de renovação permitirem.
O artigo recomenda que os pedidos sejam feitos com antecedência, que haja monitoramento constante para aproveitar cancelamentos de última hora e que se invista em processamento premium para vistos de trabalho, minimizando riscos de atrasos.
Diversos fatores explicam as filas: as embaixadas ainda estão repondo equipes após a paralisação de contratações na pandemia, enquanto a intensificação da triagem de segurança e análise de redes sociais prolongam o processo. O aumento da demanda devido à Copa do Mundo da FIFA 2026 na América do Norte pressiona ainda mais os postos no México, país-sede, e nos principais hubs de trânsito da região.
O Departamento de Estado informa que está implementando uma plataforma centralizada de agendamento — prevista para estabilizar a visibilidade das vagas ainda este ano —, mas admite que o período de transição reduziu temporariamente a oferta de horários.
Para as equipes de RH, a lição é dupla: planejar prazos maiores para deslocamentos na América Latina e orientar os viajantes a consultarem múltiplos consulados antes de confirmar datas. Também é importante lembrar os funcionários que os números de “próxima vaga disponível” podem mudar diariamente; alertas automáticos e planilhas de acompanhamento dedicadas continuam sendo as melhores práticas para missões críticas.
Fonte: itsstudent.com
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