
A companhia aérea grega Aegean Airlines informou seus clientes que o serviço Atenas–Dubai — que esperava retomar em junho — permanecerá suspenso até, pelo menos, 31 de agosto de 2026. Essa extensão faz parte de uma reestruturação mais ampla da rede da companhia no Oriente Médio, devido aos riscos de sobrevoo relacionados a conflitos e ao aumento dos custos de seguro. A decisão da Aegean segue movimentos semelhantes de companhias europeias e asiáticas. A British Airways retirou Abu Dhabi de sua programação de verão, a Lufthansa congelou o crescimento da capacidade para o Golfo, e a concorrente de baixo custo Pegasus suspendeu suas operações nos Emirados Árabes Unidos até junho.
Analistas apontam que companhias menores ou que operam na chamada “sexta liberdade” estão mais vulneráveis, pois não possuem a flexibilidade de frota da Emirates ou Etihad, além de os passageiros poderem normalmente fazer conexões via mega-hubs como Istambul, Doha ou Jeddah sem custo adicional. Para empresas que dependem de voos diretos entre o sul da Europa e os Emirados — como as dos setores de transporte, serviços marítimos e energia — os cancelamentos complicam o planejamento de troca de tripulação e a logística de peças de reposição urgentes. É provável que os empregadores precisem prever pernoites extras ou recorrer a soluções de voos charter até que os horários se estabilizem no início do outono.
A Aegean está oferecendo reembolso total ou alteração gratuita de datas para itinerários afetados reservados até 31 de julho, desde que os pedidos sejam feitos dentro desse prazo. Gestores de viagens devem anotar esses prazos e verificar se os trechos interline subsequentes (como codeshares para Mascate ou Kuwait) serão cancelados automaticamente após a remoção do trecho para Dubai.
Embora a demanda por viagens de lazer para a Grécia continue forte, a retirada da Aegean de Dubai evidencia uma tendência maior: companhias fora do Golfo estão optando por concentrar sua limitada capacidade de aeronaves wide-body em rotas transatlânticas e intra-europeias, onde os riscos de segurança são menores e os rendimentos, maiores. Isso pode deixar Dubai e Abu Dhabi cada vez mais dependentes de operadores locais e regionais para manter a conectividade durante o verão.
Analistas apontam que companhias menores ou que operam na chamada “sexta liberdade” estão mais vulneráveis, pois não possuem a flexibilidade de frota da Emirates ou Etihad, além de os passageiros poderem normalmente fazer conexões via mega-hubs como Istambul, Doha ou Jeddah sem custo adicional. Para empresas que dependem de voos diretos entre o sul da Europa e os Emirados — como as dos setores de transporte, serviços marítimos e energia — os cancelamentos complicam o planejamento de troca de tripulação e a logística de peças de reposição urgentes. É provável que os empregadores precisem prever pernoites extras ou recorrer a soluções de voos charter até que os horários se estabilizem no início do outono.
A Aegean está oferecendo reembolso total ou alteração gratuita de datas para itinerários afetados reservados até 31 de julho, desde que os pedidos sejam feitos dentro desse prazo. Gestores de viagens devem anotar esses prazos e verificar se os trechos interline subsequentes (como codeshares para Mascate ou Kuwait) serão cancelados automaticamente após a remoção do trecho para Dubai.
Embora a demanda por viagens de lazer para a Grécia continue forte, a retirada da Aegean de Dubai evidencia uma tendência maior: companhias fora do Golfo estão optando por concentrar sua limitada capacidade de aeronaves wide-body em rotas transatlânticas e intra-europeias, onde os riscos de segurança são menores e os rendimentos, maiores. Isso pode deixar Dubai e Abu Dhabi cada vez mais dependentes de operadores locais e regionais para manter a conectividade durante o verão.
Fonte: TheStreet
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