
Com uma onda de greves nos transportes varrendo a Europa, o portal de viagens Travelers Today publicou em 25 de junho um guia explicativo sobre como as regras de compensação do EU261 se aplicam durante as atuais greves de controle de tráfego aéreo na Espanha e as próximas ações ferroviárias. O artigo esclarece que ações sindicais de funcionários de aeroportos, trabalhadores ferroviários ou controladores de tráfego aéreo são consideradas “circunstâncias extraordinárias” fora do controle das companhias aéreas, portanto, não há direito a compensação em dinheiro, mesmo que os voos sejam atrasados ou cancelados. No entanto, as empresas devem oferecer reacomodação na primeira oportunidade, refeições, hospedagem quando necessário e reembolso de bilhetes não utilizados. Os viajantes também têm direito ao reembolso de serviços opcionais (como escolha de assento e taxas de bagagem) para o trecho afetado.
No caso das greves ferroviárias, a carta nacional de direitos dos passageiros da Espanha impõe obrigações semelhantes de assistência, mas não prevê pagamentos fixos. O guia recomenda que os departamentos de viagens corporativas documentem cuidadosamente as despesas — embora as companhias aéreas possam recusar compensações, frequentemente reembolsam custos razoáveis mediante apresentação rápida de recibos e comprovação da interrupção. As empresas devem revisar suas apólices de seguro de viagem, muitas das quais cobrem lacunas deixadas pelo EU261 em situações de greve.
Importante destacar que atrasos causados por efeitos indiretos — como conexões perdidas no dia seguinte a uma greve — ainda podem gerar direito a compensação se a companhia aérea responsável pudesse razoavelmente ter evitado o transtorno subsequente. O artigo aconselha os viajantes a registrarem evidências em tempo real (por exemplo, códigos de barras do cartão de embarque, notificações de atraso). Com a Espanha entrando no seu mês turístico mais movimentado e várias greves programadas, gestores de RH são lembrados a divulgar orientações claras sobre direitos dos viajantes e a estabelecer horários realistas para reuniões com clientes, considerando possíveis atrasos.
No caso das greves ferroviárias, a carta nacional de direitos dos passageiros da Espanha impõe obrigações semelhantes de assistência, mas não prevê pagamentos fixos. O guia recomenda que os departamentos de viagens corporativas documentem cuidadosamente as despesas — embora as companhias aéreas possam recusar compensações, frequentemente reembolsam custos razoáveis mediante apresentação rápida de recibos e comprovação da interrupção. As empresas devem revisar suas apólices de seguro de viagem, muitas das quais cobrem lacunas deixadas pelo EU261 em situações de greve.
Importante destacar que atrasos causados por efeitos indiretos — como conexões perdidas no dia seguinte a uma greve — ainda podem gerar direito a compensação se a companhia aérea responsável pudesse razoavelmente ter evitado o transtorno subsequente. O artigo aconselha os viajantes a registrarem evidências em tempo real (por exemplo, códigos de barras do cartão de embarque, notificações de atraso). Com a Espanha entrando no seu mês turístico mais movimentado e várias greves programadas, gestores de RH são lembrados a divulgar orientações claras sobre direitos dos viajantes e a estabelecer horários realistas para reuniões com clientes, considerando possíveis atrasos.
Fonte: Travelers Today
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