
Embora a maior parte do espaço aéreo do Golfo tenha reaberto após o recente conflito entre Irã e Israel, as companhias aéreas permanecem cautelosas e a capacidade nas rotas principais para a Índia está voltando aos poucos. Uma análise do ET Infra, publicada às 15h37 do dia 14 de julho, destaca que Lufthansa e SWISS adiaram os voos para Dubai até meados de setembro, enquanto a British Airways agora planeja retomar as operações para Doha e Riad no início de agosto. Por outro lado, a Air France retomou discretamente os voos diários entre Paris e Dubai na semana passada, e a subsidiária turca SunExpress relançará amanhã a rota Antalya–Dubai. As companhias indianas IndiGo e Air India continuam operando, mas adicionaram reservas de combustível e tripulação para permitir desvios pelo Mar da Arábia caso novos conflitos fechem os FIRs iranianos.
Esse cenário fragmentado traz consequências práticas. Um executivo em Mumbai a caminho de um projeto em Riad pode agora enfrentar um itinerário com duas escalas, passando por Mascate; as equipes de viagens corporativas precisam incluir margens extras para conexões e monitorar os Avisos Dinâmicos de Roteamento emitidos pela Eurocontrol. Empresas especializadas em riscos de viagem recomendam que os empregadores capturem dados de localização em tempo real dos funcionários em trânsito e façam pré-aprovação de movimentos críticos por hubs de terceiros, como Doha ou Kuwait.
O artigo também alerta para a volatilidade das tarifas: com a oferta de cabines premium ainda 18% abaixo dos níveis de abril, as tarifas médias de negócios entre Índia e Golfo subiram 27% em relação ao ano passado. Os rendimentos do transporte de carga também aumentaram, complicando o envio de mercadorias sensíveis ao tempo para exportadores farmacêuticos em Hyderabad e Ahmedabad.
Melhores práticas recomendadas: reforçar as diretrizes de emissão de bilhetes para que os viajantes reconfirmem os voos 24 horas antes da partida, revisar as datas de eventos MICE programados para Dubai até setembro e reservar fundos de contingência para hospedagem caso as conexões não se alinhem.
Esse cenário fragmentado traz consequências práticas. Um executivo em Mumbai a caminho de um projeto em Riad pode agora enfrentar um itinerário com duas escalas, passando por Mascate; as equipes de viagens corporativas precisam incluir margens extras para conexões e monitorar os Avisos Dinâmicos de Roteamento emitidos pela Eurocontrol. Empresas especializadas em riscos de viagem recomendam que os empregadores capturem dados de localização em tempo real dos funcionários em trânsito e façam pré-aprovação de movimentos críticos por hubs de terceiros, como Doha ou Kuwait.
O artigo também alerta para a volatilidade das tarifas: com a oferta de cabines premium ainda 18% abaixo dos níveis de abril, as tarifas médias de negócios entre Índia e Golfo subiram 27% em relação ao ano passado. Os rendimentos do transporte de carga também aumentaram, complicando o envio de mercadorias sensíveis ao tempo para exportadores farmacêuticos em Hyderabad e Ahmedabad.
Melhores práticas recomendadas: reforçar as diretrizes de emissão de bilhetes para que os viajantes reconfirmem os voos 24 horas antes da partida, revisar as datas de eventos MICE programados para Dubai até setembro e reservar fundos de contingência para hospedagem caso as conexões não se alinhem.
Fonte: Economic Times Infra