
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou a Portaria 19.646 em 24 de julho, elevando as tarifas máximas que a concessionária do aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, pode cobrar por embarque, conexão, pouso, estacionamento, armazenagem e serviços de manuseio. As taxas para passageiros domésticos subiram para R$ 34,55 por pessoa, enquanto a tarifa internacional saltou para R$ 74,78 — um aumento de cerca de 8% em relação ao ano anterior, alinhado ao índice de preços ao consumidor do Brasil. Os novos limites entram em vigor imediatamente, com as companhias aéreas podendo repassar os reajustes nas passagens após um período obrigatório de aviso prévio de 30 dias.
As companhias que operam em BSB — incluindo LATAM, Gol e Azul — agora enfrentam custos maiores de pouso e estacionamento (até R$ 16.825 para aeronaves wide-body acima de 300 toneladas), o que leva analistas a prever um aumento de 1 a 2% nas tarifas em rotas corporativas muito movimentadas, como Brasília–São Paulo e Brasília–Miami. O aeroporto recebeu 14 milhões de passageiros em 2025 e é um hub estratégico para o governo e o setor de petróleo e gás.
Para os orçamentos de mobilidade, o momento é delicado: muitas empresas estão finalizando os planos de viagem para 2027 e não previram um aumento de custos no meio do ano. Gestores de viagens devem revisar acordos com as companhias aéreas e considerar transferir parte dos itinerários para São Paulo ou Belo Horizonte para reduzir a exposição.
Esse é o primeiro reajuste sob a nova fórmula da ANAC, que combina inflação com um fator X, permitindo reduções caso as metas de qualidade do serviço não sejam cumpridas. Se as avaliações de qualidade ficarem abaixo de 85% na próxima auditoria, a concessionária terá que reverter parte do aumento — um incentivo para manter a pontualidade e os tempos de espera na imigração, mesmo com as obras de ampliação da pista em andamento.
Além de Brasília, entidades do setor esperam revisões tarifárias semelhantes para Confins (Belo Horizonte) e Galeão (Rio de Janeiro) ainda neste trimestre, indicando um aumento mais amplo nos custos aeroportuários no Brasil, que pode impactar o planejamento da mobilidade regional.
As companhias que operam em BSB — incluindo LATAM, Gol e Azul — agora enfrentam custos maiores de pouso e estacionamento (até R$ 16.825 para aeronaves wide-body acima de 300 toneladas), o que leva analistas a prever um aumento de 1 a 2% nas tarifas em rotas corporativas muito movimentadas, como Brasília–São Paulo e Brasília–Miami. O aeroporto recebeu 14 milhões de passageiros em 2025 e é um hub estratégico para o governo e o setor de petróleo e gás.
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Esse é o primeiro reajuste sob a nova fórmula da ANAC, que combina inflação com um fator X, permitindo reduções caso as metas de qualidade do serviço não sejam cumpridas. Se as avaliações de qualidade ficarem abaixo de 85% na próxima auditoria, a concessionária terá que reverter parte do aumento — um incentivo para manter a pontualidade e os tempos de espera na imigração, mesmo com as obras de ampliação da pista em andamento.
Além de Brasília, entidades do setor esperam revisões tarifárias semelhantes para Confins (Belo Horizonte) e Galeão (Rio de Janeiro) ainda neste trimestre, indicando um aumento mais amplo nos custos aeroportuários no Brasil, que pode impactar o planejamento da mobilidade regional.
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