
Em 21 de setembro de 2026, o Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) do Reino Unido publicou uma atualização não programada sobre o aconselhamento de viagem para o Brasil. Embora o nível geral de risco para o país permaneça como “consulte nosso aconselhamento antes de viajar”, o comunicado traz dois alertas práticos que impactam diretamente os viajantes corporativos.
Primeiro, o FCDO agora desaconselha viagens que não sejam essenciais pelos principais corredores fluviais na metade oeste do estado do Amazonas, incluindo os rios Amazonas, Japurá e Rio Negro. A recomendação vem após uma série de sequestros de balsas de combustível e pequenas embarcações turísticas no final de agosto, além do aumento da atividade pirata reportada pela Marinha Brasileira. Gestores de logística que transportam pessoal ou equipamentos para projetos remotos de petróleo, gás ou infraestrutura ao longo dessas vias fluviais precisarão considerar o transporte aéreo para centros regionais como Tefé ou o uso de comboios escoltados organizados pela Capitania dos Portos.
Segundo, um novo parágrafo em “Segurança – Táxis” alerta para o aumento significativo de casos de “sequestro-relâmpago” em táxis não oficiais em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As vítimas são obrigadas a sacar dinheiro ou transferir fundos via PIX antes de serem liberadas. O FCDO recomenda explicitamente o uso apenas de táxis registrados e com taxímetro ou de contas corporativas de aplicativos de transporte, ressaltando que ignorar essa orientação pode anular apólices de seguro para viagens de negócios britânicas. Multinacionais com programas de duty of care devem atualizar seus protocolos de transporte terrestre e verificar se os prestadores locais possuem a licença de placa vermelha exigida para operação legal.
Embora direcionadas a cidadãos britânicos, as orientações do FCDO são amplamente utilizadas por seguradoras globais para definir sobretaxas e avaliar a previsibilidade de sinistros. Equipes de gestão de riscos de viagem devem, portanto, disseminar o novo texto aos funcionários que viajam e incorporá-lo aos briefings pré-viagem. Empresas que promovem cruzeiros fluviais na Amazônia ou roadshows corporativos na Região Norte podem precisar alterar rotas ou adiar atividades até que as condições de segurança se estabilizem.
Na prática, as organizações devem: (1) reservar táxis certificados antecipadamente via hotel ou aplicativos corporativos; (2) orientar os viajantes a não pararem táxis na rua à noite; (3) revisar procedimentos de adiantamento emergencial de dinheiro para casos de sequestro-relâmpago; e (4) obter informações de provedores locais de segurança antes de aprovar roteiros que incluam transporte fluvial a oeste de Manaus.
Primeiro, o FCDO agora desaconselha viagens que não sejam essenciais pelos principais corredores fluviais na metade oeste do estado do Amazonas, incluindo os rios Amazonas, Japurá e Rio Negro. A recomendação vem após uma série de sequestros de balsas de combustível e pequenas embarcações turísticas no final de agosto, além do aumento da atividade pirata reportada pela Marinha Brasileira. Gestores de logística que transportam pessoal ou equipamentos para projetos remotos de petróleo, gás ou infraestrutura ao longo dessas vias fluviais precisarão considerar o transporte aéreo para centros regionais como Tefé ou o uso de comboios escoltados organizados pela Capitania dos Portos.
Segundo, um novo parágrafo em “Segurança – Táxis” alerta para o aumento significativo de casos de “sequestro-relâmpago” em táxis não oficiais em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As vítimas são obrigadas a sacar dinheiro ou transferir fundos via PIX antes de serem liberadas. O FCDO recomenda explicitamente o uso apenas de táxis registrados e com taxímetro ou de contas corporativas de aplicativos de transporte, ressaltando que ignorar essa orientação pode anular apólices de seguro para viagens de negócios britânicas. Multinacionais com programas de duty of care devem atualizar seus protocolos de transporte terrestre e verificar se os prestadores locais possuem a licença de placa vermelha exigida para operação legal.
Embora direcionadas a cidadãos britânicos, as orientações do FCDO são amplamente utilizadas por seguradoras globais para definir sobretaxas e avaliar a previsibilidade de sinistros. Equipes de gestão de riscos de viagem devem, portanto, disseminar o novo texto aos funcionários que viajam e incorporá-lo aos briefings pré-viagem. Empresas que promovem cruzeiros fluviais na Amazônia ou roadshows corporativos na Região Norte podem precisar alterar rotas ou adiar atividades até que as condições de segurança se estabilizem.
Na prática, as organizações devem: (1) reservar táxis certificados antecipadamente via hotel ou aplicativos corporativos; (2) orientar os viajantes a não pararem táxis na rua à noite; (3) revisar procedimentos de adiantamento emergencial de dinheiro para casos de sequestro-relâmpago; e (4) obter informações de provedores locais de segurança antes de aprovar roteiros que incluam transporte fluvial a oeste de Manaus.