
O chanceler Friedrich Merz e o primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, trocaram os instrumentos de ratificação do Tratado de Kensington em Berlim, no dia 8 de outubro de 2026, formalizando a entrada em vigor do amplo acordo bilateral. Embora o tratado de 2025 abranja defesa, tecnologia e clima, a declaração conjunta de quinta-feira destacou especialmente os capítulos sobre mobilidade, aguardados por muitas multinacionais.
As principais disposições agora ativadas incluem:
• um Acordo de Mobilidade Empresarial que permite estadias de até 90 dias sem visto para funcionários alemães e britânicos realizarem trabalhos de curto prazo para clientes do outro lado do Canal, sem necessidade de permissão de trabalho;
• reconhecimento mútuo das qualificações profissionais em engenharia, auditoria e enfermagem;
• corredores acelerados nos aeroportos de Frankfurt, Munique, Heathrow e Manchester para viajantes frequentes de negócios registrados;
• compromisso de negociar uma cota recíproca de mobilidade juvenil e trabalho-vacação de 5.000 vagas anuais até meados de 2027.
Os dois líderes também anunciaram o “Corredor Industrial de Tecnologia”, que promoverá reuniões trimestrais entre CEOs para conectar startups de IA a clusters de manufatura avançada em Hamburgo, Munique, Birmingham e Leeds. Postos de imigração em ambos os países testarão um portal digital compartilhado para que os participantes do corredor possam enviar documentos de visto, segurança social A1 e alfândega em um único lugar.
Para os empregadores alemães, a maior conquista é a rota automática para prestadores de serviços, que elimina a necessidade de os funcionários britânicos obterem a complexa permissão § 19c ICT para estadias inferiores a três meses. Por outro lado, cidadãos alemães que realizam trabalhos pós-venda no Reino Unido agora podem contar com uma isenção codificada das restrições de visitantes do Apêndice V das Regras de Imigração de 2024.
A coordenação tributária e de segurança social ainda está pendente; as empresas devem continuar a obter certificados A1 até que o esperado Passe Europeu de Segurança Social entre em operação.
Com o comércio bilateral já recuperando para €134 bilhões em 2025, especialistas em mobilidade esperam que o tratado reduza os prazos para implantação de projetos nas cadeias de suprimentos automotiva, farmacêutica e de tecnologia verde. As equipes de RH devem consultar as diretrizes de implementação ainda não publicadas — previstas para 1º de dezembro de 2026 — e atualizar suas matrizes de políticas de viagem conforme necessário.
As principais disposições agora ativadas incluem:
• um Acordo de Mobilidade Empresarial que permite estadias de até 90 dias sem visto para funcionários alemães e britânicos realizarem trabalhos de curto prazo para clientes do outro lado do Canal, sem necessidade de permissão de trabalho;
• reconhecimento mútuo das qualificações profissionais em engenharia, auditoria e enfermagem;
• corredores acelerados nos aeroportos de Frankfurt, Munique, Heathrow e Manchester para viajantes frequentes de negócios registrados;
• compromisso de negociar uma cota recíproca de mobilidade juvenil e trabalho-vacação de 5.000 vagas anuais até meados de 2027.
Os dois líderes também anunciaram o “Corredor Industrial de Tecnologia”, que promoverá reuniões trimestrais entre CEOs para conectar startups de IA a clusters de manufatura avançada em Hamburgo, Munique, Birmingham e Leeds. Postos de imigração em ambos os países testarão um portal digital compartilhado para que os participantes do corredor possam enviar documentos de visto, segurança social A1 e alfândega em um único lugar.
Para os empregadores alemães, a maior conquista é a rota automática para prestadores de serviços, que elimina a necessidade de os funcionários britânicos obterem a complexa permissão § 19c ICT para estadias inferiores a três meses. Por outro lado, cidadãos alemães que realizam trabalhos pós-venda no Reino Unido agora podem contar com uma isenção codificada das restrições de visitantes do Apêndice V das Regras de Imigração de 2024.
A coordenação tributária e de segurança social ainda está pendente; as empresas devem continuar a obter certificados A1 até que o esperado Passe Europeu de Segurança Social entre em operação.
Com o comércio bilateral já recuperando para €134 bilhões em 2025, especialistas em mobilidade esperam que o tratado reduza os prazos para implantação de projetos nas cadeias de suprimentos automotiva, farmacêutica e de tecnologia verde. As equipes de RH devem consultar as diretrizes de implementação ainda não publicadas — previstas para 1º de dezembro de 2026 — e atualizar suas matrizes de políticas de viagem conforme necessário.
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