
Falando no porto de Limassol em 7 de novembro de 2025, a Ministra de Estado dos Emirados Árabes Unidos, Lana Nusseibeh, confirmou planos para ampliar as entregas de ajuda a Gaza pelo corredor marítimo ‘Amalthea’, operado em parceria com a República de Chipre. O anúncio ocorre um mês após um cessar-fogo mediado pelos EUA suspender a guerra de dois anos entre Israel e Hamas, reabrindo canais para o transporte de carga humanitária. Nusseibeh descreveu a rota por Chipre como uma “linha vital de vida” que complementa os comboios terrestres via Rafah e as entregas aéreas coordenadas pelas Nações Unidas.
No esquema, os bens de ajuda são pré-inspecionados em Limassol, carregados em navios fretados pelos Emirados e descarregados no porto israelense de Ashdod para transporte terrestre ou — quando as condições marítimas permitem — transbordados diretamente para um píer temporário dos EUA próximo a Gaza. Segundo autoridades cipriotas, cerca de 22 mil toneladas de alimentos, tendas e suprimentos médicos passaram pelo Amalthea desde seu lançamento em março de 2024. Agora, os Emirados planejam dobrar o volume mensal, o que exigirá mais espaço em armazéns e atendimento alfandegário 24 horas em Limassol.
Para Chipre, essa expansão reforça seu papel emergente como centro logístico e de evacuação no Mediterrâneo Oriental. Durante a crise no Sudão em 2023, a ilha processou mais de 2 mil evacuados em uma semana; atualmente, está em prontidão para receber grandes partidas caso o cessar-fogo em Gaza fracasse. O tráfego humanitário também movimenta negócios para empresas de estiva, fornecedores de cadeia fria e companhias aéreas de fretamento que posicionam equipes em Larnaca. Gestores de mobilidade que coordenam missões na região devem considerar a maior demanda por acomodações temporárias próximas ao porto de Limassol e possível congestionamento na rodovia A1 durante os deslocamentos dos comboios.
A vice-ministra do Mar de Chipre, Marina Hadjimanolis, afirmou que o governo está agilizando permissões temporárias de trabalho para 200 trabalhadores portuários e agentes alfandegários para lidar com o aumento da demanda. Ela também sugeriu que um acordo bilateral com os Emirados pode garantir às empresas cipriotas status preferencial em contratos de reconstrução assim que Gaza se estabilizar — abrindo oportunidades de médio prazo para engenheiros e gerentes de projetos.
A ampliação do corredor destaca como crises geopolíticas podem transformar rotas de mobilidade da noite para o dia. Empresas com mandatos humanitários, de logística de defesa ou infraestrutura na região devem manter políticas de viagem flexíveis, incluindo vistos de múltiplas entradas para Chipre e rotas alternativas via Larnaca ou Paphos, caso aeroportos vizinhos restrinjam o tráfego civil.
No esquema, os bens de ajuda são pré-inspecionados em Limassol, carregados em navios fretados pelos Emirados e descarregados no porto israelense de Ashdod para transporte terrestre ou — quando as condições marítimas permitem — transbordados diretamente para um píer temporário dos EUA próximo a Gaza. Segundo autoridades cipriotas, cerca de 22 mil toneladas de alimentos, tendas e suprimentos médicos passaram pelo Amalthea desde seu lançamento em março de 2024. Agora, os Emirados planejam dobrar o volume mensal, o que exigirá mais espaço em armazéns e atendimento alfandegário 24 horas em Limassol.
Para Chipre, essa expansão reforça seu papel emergente como centro logístico e de evacuação no Mediterrâneo Oriental. Durante a crise no Sudão em 2023, a ilha processou mais de 2 mil evacuados em uma semana; atualmente, está em prontidão para receber grandes partidas caso o cessar-fogo em Gaza fracasse. O tráfego humanitário também movimenta negócios para empresas de estiva, fornecedores de cadeia fria e companhias aéreas de fretamento que posicionam equipes em Larnaca. Gestores de mobilidade que coordenam missões na região devem considerar a maior demanda por acomodações temporárias próximas ao porto de Limassol e possível congestionamento na rodovia A1 durante os deslocamentos dos comboios.
A vice-ministra do Mar de Chipre, Marina Hadjimanolis, afirmou que o governo está agilizando permissões temporárias de trabalho para 200 trabalhadores portuários e agentes alfandegários para lidar com o aumento da demanda. Ela também sugeriu que um acordo bilateral com os Emirados pode garantir às empresas cipriotas status preferencial em contratos de reconstrução assim que Gaza se estabilizar — abrindo oportunidades de médio prazo para engenheiros e gerentes de projetos.
A ampliação do corredor destaca como crises geopolíticas podem transformar rotas de mobilidade da noite para o dia. Empresas com mandatos humanitários, de logística de defesa ou infraestrutura na região devem manter políticas de viagem flexíveis, incluindo vistos de múltiplas entradas para Chipre e rotas alternativas via Larnaca ou Paphos, caso aeroportos vizinhos restrinjam o tráfego civil.
Fonte: Reuters