
Em uma medida que afetará milhões de viagens de negócios e lazer de origem irlandesa a cada mês, a Ryanair confirmou em 7 de novembro de 2025 que não aceitará mais cartões de embarque impressos a partir de 12 de novembro. Em artigo para o Aviation.Direct, o porta-voz da empresa, Stephen Steiner, afirmou que mais de 80% dos 207 milhões de clientes da companhia já utilizam o aplicativo ‘myRyanair’, mas os 20% restantes devem migrar para o digital ou enfrentar taxas de reemissão no aeroporto.
O Diretor de Marketing, Dara Brady, apresentou a mudança como uma experiência de embarque “mais rápida, inteligente e sustentável”, que apoia o modelo de turnaround de aeronaves em 25 minutos da companhia. O cartão digital integra atualizações ao vivo do portão, serviço de catering “do pedido ao assento” e notificações de interrupções, recursos que, segundo a Ryanair, podem reduzir de três a cinco minutos em cada partida.
A nova política gerou debate na comunidade de viagens corporativas da Irlanda. Empresas de gestão de viagens disseram ao Global Mobility News que a maioria das multinacionais já exige cartões móveis, mas setores com viajantes mais velhos ou com exigências de conformidade (como auditores farmacêuticos visitando várias unidades) podem precisar de telefones reserva ou impressoras portáteis. A Ryanair afirma que clientes sem smartphones ainda podem solicitar o cartão impresso no check-in, mas defensores dos consumidores alertam que filas e a taxa de €20 para reimpressão continuam sendo obstáculos.
Organizações de acessibilidade também entraram em contato com a Autoridade Nacional para Deficiência, argumentando que a exigência do smartphone pode prejudicar passageiros digitalmente excluídos. Segundo o Regulamento da UE 1107/2006, as companhias aéreas devem oferecer assistência gratuita; a Ryanair garante que a opção de impressão no aeroporto cumpre essa obrigação.
Para os gestores de mobilidade, o conselho prático é claro: lembrar os colaboradores e equipes visitantes de instalar ou atualizar o aplicativo Ryanair antes de viajar na próxima semana, garantir que as políticas corporativas de dispositivos móveis permitam o download, e informar que algumas jurisdições – especialmente Marrocos e voos domésticos na Turquia – ainda exigem o cartão físico, que será fornecido pelos agentes da Ryanair no portão.
O Diretor de Marketing, Dara Brady, apresentou a mudança como uma experiência de embarque “mais rápida, inteligente e sustentável”, que apoia o modelo de turnaround de aeronaves em 25 minutos da companhia. O cartão digital integra atualizações ao vivo do portão, serviço de catering “do pedido ao assento” e notificações de interrupções, recursos que, segundo a Ryanair, podem reduzir de três a cinco minutos em cada partida.
A nova política gerou debate na comunidade de viagens corporativas da Irlanda. Empresas de gestão de viagens disseram ao Global Mobility News que a maioria das multinacionais já exige cartões móveis, mas setores com viajantes mais velhos ou com exigências de conformidade (como auditores farmacêuticos visitando várias unidades) podem precisar de telefones reserva ou impressoras portáteis. A Ryanair afirma que clientes sem smartphones ainda podem solicitar o cartão impresso no check-in, mas defensores dos consumidores alertam que filas e a taxa de €20 para reimpressão continuam sendo obstáculos.
Organizações de acessibilidade também entraram em contato com a Autoridade Nacional para Deficiência, argumentando que a exigência do smartphone pode prejudicar passageiros digitalmente excluídos. Segundo o Regulamento da UE 1107/2006, as companhias aéreas devem oferecer assistência gratuita; a Ryanair garante que a opção de impressão no aeroporto cumpre essa obrigação.
Para os gestores de mobilidade, o conselho prático é claro: lembrar os colaboradores e equipes visitantes de instalar ou atualizar o aplicativo Ryanair antes de viajar na próxima semana, garantir que as políticas corporativas de dispositivos móveis permitam o download, e informar que algumas jurisdições – especialmente Marrocos e voos domésticos na Turquia – ainda exigem o cartão físico, que será fornecido pelos agentes da Ryanair no portão.
Fonte: Aviation.Direct
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