
Um memorando confidencial do Departamento de Estado, divulgado no sábado, orienta os consulados dos EUA em todo o mundo a recusarem vistos a candidatos que tenham trabalhado em equipes de checagem de fatos, “desinformação” ou moderação de conteúdo, que a administração considera responsáveis por suprimir a liberdade de expressão dos americanos.
Autoridades informaram aos jornalistas que a política é uma resposta direta às proibições de redes sociais impostas pelo ex-presidente Trump em 2021 e tem como objetivo impedir a entrada de “operadores estrangeiros de censura” nos ambientes de trabalho dos EUA. Os oficiais de vistos agora devem analisar currículos, reportagens e perfis em redes sociais em busca de palavras-chave como “confiança e segurança”, “segurança online” ou “desinformação”. A participação nessas atividades pode levar à inelegibilidade com base na seção INA §212(a)(3)(A)(ii) — motivos ideológicos geralmente reservados para casos de espionagem ou propaganda terrorista.
A orientação vale para todas as categorias de vistos não imigrantes — incluindo trabalhadores de tecnologia H-1B e profissionais de mídia digital O-1 — o que gerou preocupação em plataformas globais com centros de moderação na Irlanda, Cingapura e Índia. As empresas podem ter que redirecionar contratações qualificadas para Canadá ou Europa, ou dividir funções entre equipes nos EUA e no exterior para evitar recusas de visto.
Grupos de defesa das liberdades civis criticaram a medida como uma violação da Primeira Emenda e dos compromissos dos EUA em acordos comerciais que protegem serviços transfronteiriços. Já os defensores argumentam que a medida protegerá o discurso político interno.
Na prática, os empregadores devem esperar processos administrativos adicionais e estar preparados para justificar as funções de qualquer candidato que tenha atuado em governança de conteúdo ou resposta à desinformação.
Autoridades informaram aos jornalistas que a política é uma resposta direta às proibições de redes sociais impostas pelo ex-presidente Trump em 2021 e tem como objetivo impedir a entrada de “operadores estrangeiros de censura” nos ambientes de trabalho dos EUA. Os oficiais de vistos agora devem analisar currículos, reportagens e perfis em redes sociais em busca de palavras-chave como “confiança e segurança”, “segurança online” ou “desinformação”. A participação nessas atividades pode levar à inelegibilidade com base na seção INA §212(a)(3)(A)(ii) — motivos ideológicos geralmente reservados para casos de espionagem ou propaganda terrorista.
A orientação vale para todas as categorias de vistos não imigrantes — incluindo trabalhadores de tecnologia H-1B e profissionais de mídia digital O-1 — o que gerou preocupação em plataformas globais com centros de moderação na Irlanda, Cingapura e Índia. As empresas podem ter que redirecionar contratações qualificadas para Canadá ou Europa, ou dividir funções entre equipes nos EUA e no exterior para evitar recusas de visto.
Grupos de defesa das liberdades civis criticaram a medida como uma violação da Primeira Emenda e dos compromissos dos EUA em acordos comerciais que protegem serviços transfronteiriços. Já os defensores argumentam que a medida protegerá o discurso político interno.
Na prática, os empregadores devem esperar processos administrativos adicionais e estar preparados para justificar as funções de qualquer candidato que tenha atuado em governança de conteúdo ou resposta à desinformação.
Fonte: The Times of India
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