
Em uma escalada dramática da agenda restritiva da administração Trump, o Departamento de Estado dos EUA ordenou em 21 de janeiro de 2026 uma pausa imediata e indefinida no processamento de pedidos de visto de imigrante para nacionais de 75 países. A lista abrange todas as regiões do mundo, mas é fortemente concentrada na África, Caribe e Oriente Médio. Vistos de não-imigrante (incluindo B-1/B-2, F-1 e H-1B) não são afetados, assim como vistos já emitidos.
Autoridades afirmam que a pausa é necessária para permitir uma “verificação máxima” e para desencorajar candidatos que Washington acredita terem maior probabilidade de se tornarem dependentes do governo. Nenhum dado foi divulgado para justificar essa alegação, e críticos apontam que quase metade dos green cards baseados em família e emprego concedidos no ano passado foram para nacionais dos países agora suspensos. Defensores da imigração já preparam ações judiciais, argumentando que a proclamação ultrapassa a autoridade legal do presidente e discrimina com base na nacionalidade.
Para empregadores, o impacto é imediato: empresas multinacionais que costumam patrocinar gerentes ou especialistas para residência permanente nos EUA terão seus principais canais abruptamente bloqueados. Equipes de RH devem revisar casos PERM ou I-140 em andamento para funcionários no exterior e considerar alternativas temporárias de visto (L-1, E-2, O-1) quando possível. Postos consulares confirmaram que entrevistas já agendadas serão canceladas; reembolsos não serão emitidos automaticamente.
A suspensão também complica casos de “follow-to-join” para cônjuges e filhos de novos residentes permanentes. Empresas com programas de mobilidade global devem se preparar para pedidos de exceção por dificuldades familiares e acompanhar de perto exceções humanitárias — pausas semelhantes em 2017 e 2020 foram posteriormente reduzidas por ordem judicial. Por fim, equipes de segurança corporativa devem orientar executivos em viagem: nacionais afetados podem enfrentar questionamentos adicionais nos pontos de entrada dos EUA, mesmo portando vistos de não-imigrante não afetados.
Com o ciclo eleitoral de 2026 se intensificando, a imigração volta a ser um tema explosivo. Seja com a derrubada ou apenas o ajuste da proclamação pelos tribunais, empregadores devem esperar meses de incerteza e planejar prazos extras para qualquer transferência que exija residência permanente nos EUA.
Autoridades afirmam que a pausa é necessária para permitir uma “verificação máxima” e para desencorajar candidatos que Washington acredita terem maior probabilidade de se tornarem dependentes do governo. Nenhum dado foi divulgado para justificar essa alegação, e críticos apontam que quase metade dos green cards baseados em família e emprego concedidos no ano passado foram para nacionais dos países agora suspensos. Defensores da imigração já preparam ações judiciais, argumentando que a proclamação ultrapassa a autoridade legal do presidente e discrimina com base na nacionalidade.
Para empregadores, o impacto é imediato: empresas multinacionais que costumam patrocinar gerentes ou especialistas para residência permanente nos EUA terão seus principais canais abruptamente bloqueados. Equipes de RH devem revisar casos PERM ou I-140 em andamento para funcionários no exterior e considerar alternativas temporárias de visto (L-1, E-2, O-1) quando possível. Postos consulares confirmaram que entrevistas já agendadas serão canceladas; reembolsos não serão emitidos automaticamente.
A suspensão também complica casos de “follow-to-join” para cônjuges e filhos de novos residentes permanentes. Empresas com programas de mobilidade global devem se preparar para pedidos de exceção por dificuldades familiares e acompanhar de perto exceções humanitárias — pausas semelhantes em 2017 e 2020 foram posteriormente reduzidas por ordem judicial. Por fim, equipes de segurança corporativa devem orientar executivos em viagem: nacionais afetados podem enfrentar questionamentos adicionais nos pontos de entrada dos EUA, mesmo portando vistos de não-imigrante não afetados.
Com o ciclo eleitoral de 2026 se intensificando, a imigração volta a ser um tema explosivo. Seja com a derrubada ou apenas o ajuste da proclamação pelos tribunais, empregadores devem esperar meses de incerteza e planejar prazos extras para qualquer transferência que exija residência permanente nos EUA.
Fonte: Washington Post