
Muitos centros europeus começaram a substituir o limite de 100 mililitros para líquidos, há muito criticado, por uma autorização muito mais generosa de dois litros, à medida que scanners de tomografia computadorizada de última geração são implementados nas filas de segurança. O aeroporto de Londres Heathrow foi o mais recente a eliminar essa restrição esta semana, e aeroportos na Alemanha, Itália e região nórdica estão avançando rapidamente. A mudança, detalhada em um resumo publicado em 30 de janeiro de 2026, faz parte de uma iniciativa da UE para modernizar a triagem de bagagem de mão e harmonizar as regras antes do lançamento do Sistema de Entrada/Saída em abril.
Para os viajantes de negócios belgas, a notícia que ecoa pela Europa vem com uma ressalva crucial: o Aeroporto de Bruxelas **ainda não** adotou a mudança. As orientações oficiais da Brussels Airlines continuam a instruir os passageiros a despachar líquidos acima de 100 ml e a apresentar recipientes de até 100 ml (máximo de 1 litro no total) em uma bolsa plástica transparente na segurança. Assim, quem faz conexões em vários aeroportos enfrenta uma situação desigual — podendo levar produtos de higiene em tamanho normal em um trecho, mas não no outro.
A administração do aeroporto de Zaventem informa que está avaliando propostas para equipamentos de tomografia computadorizada e espera uma instalação gradual durante o segundo semestre de 2026. Até que todas as filas sejam atualizadas, a polícia federal de aviação insiste que o limite de 100 ml permanece “totalmente aplicável”. Charleroi (CRL) e aeroportos regionais belgas estão em uma fase ainda mais inicial de planejamento, o que significa que o status quo pode durar muitos meses.
As equipes de mobilidade corporativa devem alertar os funcionários de que a ampla cobertura da mídia **não** significa mudanças imediatas nas regras em todos os lugares. Funcionários que partem da Bélgica — ou retornam via Bruxelas — devem respeitar o limite de 100 ml para evitar apreensões e possíveis atrasos no embarque. Os gestores de viagens podem considerar disponibilizar kits de higiene compatíveis nos escritórios belgas e lembrar os viajantes frequentes de verificar a política de cada aeroporto com 48 horas de antecedência.
A longo prazo, a eliminação do limite para líquidos promete filas mais curtas na segurança e menos problemas no manuseio de bagagens, melhorando a pontualidade em conexões apertadas na Europa. Mas o período de transição exigirá comunicação precisa para que os funcionários multinacionais não presumam que a autorização mais generosa vale para todo o sistema.
Para os viajantes de negócios belgas, a notícia que ecoa pela Europa vem com uma ressalva crucial: o Aeroporto de Bruxelas **ainda não** adotou a mudança. As orientações oficiais da Brussels Airlines continuam a instruir os passageiros a despachar líquidos acima de 100 ml e a apresentar recipientes de até 100 ml (máximo de 1 litro no total) em uma bolsa plástica transparente na segurança. Assim, quem faz conexões em vários aeroportos enfrenta uma situação desigual — podendo levar produtos de higiene em tamanho normal em um trecho, mas não no outro.
A administração do aeroporto de Zaventem informa que está avaliando propostas para equipamentos de tomografia computadorizada e espera uma instalação gradual durante o segundo semestre de 2026. Até que todas as filas sejam atualizadas, a polícia federal de aviação insiste que o limite de 100 ml permanece “totalmente aplicável”. Charleroi (CRL) e aeroportos regionais belgas estão em uma fase ainda mais inicial de planejamento, o que significa que o status quo pode durar muitos meses.
As equipes de mobilidade corporativa devem alertar os funcionários de que a ampla cobertura da mídia **não** significa mudanças imediatas nas regras em todos os lugares. Funcionários que partem da Bélgica — ou retornam via Bruxelas — devem respeitar o limite de 100 ml para evitar apreensões e possíveis atrasos no embarque. Os gestores de viagens podem considerar disponibilizar kits de higiene compatíveis nos escritórios belgas e lembrar os viajantes frequentes de verificar a política de cada aeroporto com 48 horas de antecedência.
A longo prazo, a eliminação do limite para líquidos promete filas mais curtas na segurança e menos problemas no manuseio de bagagens, melhorando a pontualidade em conexões apertadas na Europa. Mas o período de transição exigirá comunicação precisa para que os funcionários multinacionais não presumam que a autorização mais generosa vale para todo o sistema.
Fonte: Euronews