
Uma semana após as equipes principais da Lufthansa paralisarem os centros em Frankfurt e Munique, a subsidiária regional da companhia, CityLine, agora enfrenta seu próprio confronto trabalhista. O sindicato dos pilotos, Vereinigung Cockpit (VC), confirmou na terça-feira que solicitou uma votação imediata para greve entre cerca de 450 tripulantes de cabine, após o fracasso nas negociações salariais. Se os membros votarem “sim” — resultado esperado em poucos dias — a paralisação pode começar ainda este mês.
A CityLine opera mais de 300 voos diários com aeronaves Embraer e CRJ, alimentando a rede intercontinental da Lufthansa e conectando cidades alemãs de segundo escalão às capitais europeias. Viajantes a negócios preferem as frequentes rotas matinais entre hubs como Düsseldorf-Munique e Hanover-Frankfurt; qualquer paralisação obrigaria o Grupo Lufthansa a alugar aeronaves ou realocar passageiros para o transporte ferroviário.
A disputa gira em torno da demanda do VC por três aumentos salariais consecutivos de 3,3% para o período de 2024 a 2026. A direção insiste que qualquer aumento seja compensado por concessões de produtividade, fórmula que o sindicato classifica como uma “proposta de soma zero”. As tensões aumentam com o plano da Lufthansa de encerrar as operações da CityLine no próximo ano e transferir os voos regionais para a nova subsidiária City Airlines. Embora a empresa afirme que a realocação da frota não está relacionada à rodada salarial, os pilotos temem uma “corrida para baixo” nos salários sob a nova certificação operacional.
Do ponto de vista da gestão de mobilidade, as equipes de RH devem preparar planos de contingência para viajantes de projetos que dependem de conexões no mesmo dia na Alemanha e avaliar alternativas intermodais, como a rede de trens de alta velocidade ICE da Deutsche Bahn. Funcionários internacionais em trânsito por Frankfurt também podem ser afetados caso voos alimentadores sejam cancelados em curto prazo. Compradores de viagens são aconselhados a acompanhar o cronograma da votação do VC e manter listas de contato atualizadas para reacomodações rápidas.
A iminente paralisação ocorre justamente no início da temporada de feiras comerciais na Alemanha, com a Hannover Messe e a ITB Berlin abrindo em março. Qualquer interrupção prolongada pode afetar a presença de expositores e o transporte de cargas, aumentando a pressão financeira sobre o maior grupo aéreo da Europa.
A CityLine opera mais de 300 voos diários com aeronaves Embraer e CRJ, alimentando a rede intercontinental da Lufthansa e conectando cidades alemãs de segundo escalão às capitais europeias. Viajantes a negócios preferem as frequentes rotas matinais entre hubs como Düsseldorf-Munique e Hanover-Frankfurt; qualquer paralisação obrigaria o Grupo Lufthansa a alugar aeronaves ou realocar passageiros para o transporte ferroviário.
A disputa gira em torno da demanda do VC por três aumentos salariais consecutivos de 3,3% para o período de 2024 a 2026. A direção insiste que qualquer aumento seja compensado por concessões de produtividade, fórmula que o sindicato classifica como uma “proposta de soma zero”. As tensões aumentam com o plano da Lufthansa de encerrar as operações da CityLine no próximo ano e transferir os voos regionais para a nova subsidiária City Airlines. Embora a empresa afirme que a realocação da frota não está relacionada à rodada salarial, os pilotos temem uma “corrida para baixo” nos salários sob a nova certificação operacional.
Do ponto de vista da gestão de mobilidade, as equipes de RH devem preparar planos de contingência para viajantes de projetos que dependem de conexões no mesmo dia na Alemanha e avaliar alternativas intermodais, como a rede de trens de alta velocidade ICE da Deutsche Bahn. Funcionários internacionais em trânsito por Frankfurt também podem ser afetados caso voos alimentadores sejam cancelados em curto prazo. Compradores de viagens são aconselhados a acompanhar o cronograma da votação do VC e manter listas de contato atualizadas para reacomodações rápidas.
A iminente paralisação ocorre justamente no início da temporada de feiras comerciais na Alemanha, com a Hannover Messe e a ITB Berlin abrindo em março. Qualquer interrupção prolongada pode afetar a presença de expositores e o transporte de cargas, aumentando a pressão financeira sobre o maior grupo aéreo da Europa.
Fonte: Welt / dpa