
Os embaixadores da UE aprovaram um **acordo provisório com o Parlamento Europeu que reformula as regras de coordenação da segurança social do bloco**, estendendo o período em que as pessoas podem exportar benefícios de desemprego enquanto procuram trabalho em outro Estado-membro. Pelo acordo, os belgas que perderem o emprego poderão receber o subsídio de desemprego belga por **26 semanas, em vez das atuais 13 semanas**, durante a busca por uma vaga em outro país da UE, com as autoridades nacionais autorizadas a prolongar os pagamentos até o fim do período de direito. O texto também esclarece qual país é responsável pelo pagamento dos benefícios para trabalhadores transfronteiriços e que atuam em vários Estados, introduz regras de notificação prévia para trabalhadores destacados e, pela primeira vez, lista os benefícios de cuidados de longa duração que devem permanecer portáteis.
Por que isso é importante para os programas de mobilidade: as multinacionais belgas que frequentemente realocam funcionários entre fronteiras da UE – seja para trabalhos em projetos, rotações de curto prazo ou arranjos remotos de “trabalho de qualquer lugar” – terão maior clareza sobre qual folha de pagamento deve arcar com os custos da segurança social caso um contrato termine inesperadamente. **A ampliação da portabilidade dos benefícios pode tornar contratos de curta duração mais atraentes para os funcionários**, reduzindo o receio de se mudar para o exterior. A regulamentação final ainda precisa passar por votação em plenário e revisões jurídico-linguísticas, mas as equipes de RH belgas já devem revisar as políticas de destacamento, especialmente as partes que tratam do suporte ao fim da missão e da assistência na busca de emprego. Também será necessário implementar processos para emitir a nova notificação prévia A1 para destacamentos superiores a três dias consecutivos (exceto na construção).
Por que isso é importante para os programas de mobilidade: as multinacionais belgas que frequentemente realocam funcionários entre fronteiras da UE – seja para trabalhos em projetos, rotações de curto prazo ou arranjos remotos de “trabalho de qualquer lugar” – terão maior clareza sobre qual folha de pagamento deve arcar com os custos da segurança social caso um contrato termine inesperadamente. **A ampliação da portabilidade dos benefícios pode tornar contratos de curta duração mais atraentes para os funcionários**, reduzindo o receio de se mudar para o exterior. A regulamentação final ainda precisa passar por votação em plenário e revisões jurídico-linguísticas, mas as equipes de RH belgas já devem revisar as políticas de destacamento, especialmente as partes que tratam do suporte ao fim da missão e da assistência na busca de emprego. Também será necessário implementar processos para emitir a nova notificação prévia A1 para destacamentos superiores a três dias consecutivos (exceto na construção).
Fonte: The Brussels Times
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