
A passagem fronteiriça mais movimentada da Áustria estará totalmente bloqueada na próxima quinta-feira (30 de maio). Conforme confirmado na manhã de domingo pelo prefeito de Gries am Brenner, o Tribunal Administrativo do Tirol autorizou uma manifestação contra o trânsito de passagem. Isso significa que, das 11h às 19h, carros e motos não poderão atravessar o Passo do Brennero; para caminhões, o bloqueio começa já às 9h. A restrição afeta a rodovia A13, estradas federais e estaduais, além de todas as rotas alternativas.
O protesto é uma resposta ao que os moradores locais consideram uma carga de tráfego insuportável: em 2025, cerca de 11 milhões de carros e 2,5 milhões de caminhões cruzaram o eixo do Brennero – um aumento de 40% em relação a 2010. A população do vale Wipptal reclama de barulho, poluição por partículas finas e congestionamentos constantes.
Manifestações anteriores foram proibidas por questões de segurança; desta vez, o tribunal argumentou que um protesto pode “chocar e provocar” – mesmo que isso afete a coletividade. Para empresas que trabalham com logística just-in-time, o bloqueio é um alerta. Transportadoras terão que se adaptar a desvios pelas rotas do Reschen, Timmelsjoch, Gotthard ou San Bernardino, que são mais longas, íngremes e caras; especialistas estimam até três horas extras de viagem por caminhão.
A operadora ferroviária de cargas Rail Cargo Group já registra aumento nas reservas para seus shuttles Ro-La (estrada rolante) entre Wörgl e Trento. O transporte de passageiros também será impactado: o fim de semana de retorno das férias de Pentecostes na Baviera, Baden-Württemberg e Saxônia-Anhalt coincide exatamente com o período de bloqueio.
O ADAC recomenda que os viajantes não esperem até a fronteira para mudar seus planos, sugerindo rotas alternativas a partir de Munique via Fernpass/Arlberg ou Tauern-Katschberg. Companhias aéreas já notam um aumento repentino na demanda nas rotas Munique–Bolzano e Innsbruck–Roma.
A longo prazo, políticos e setor logístico apostam no túnel base do Brennero, com 64 km, cuja conclusão está prevista para, no mínimo, 2032, e que reduzirá o tempo de viagem entre Innsbruck e Franzensfeste para 25 minutos. Até lá, o gargalo do Brennero continuará sendo um tema delicado – e o dia 30 de maio dá um aperitivo dos futuros conflitos entre interesses climáticos, de trânsito e econômicos.
O protesto é uma resposta ao que os moradores locais consideram uma carga de tráfego insuportável: em 2025, cerca de 11 milhões de carros e 2,5 milhões de caminhões cruzaram o eixo do Brennero – um aumento de 40% em relação a 2010. A população do vale Wipptal reclama de barulho, poluição por partículas finas e congestionamentos constantes.
Manifestações anteriores foram proibidas por questões de segurança; desta vez, o tribunal argumentou que um protesto pode “chocar e provocar” – mesmo que isso afete a coletividade. Para empresas que trabalham com logística just-in-time, o bloqueio é um alerta. Transportadoras terão que se adaptar a desvios pelas rotas do Reschen, Timmelsjoch, Gotthard ou San Bernardino, que são mais longas, íngremes e caras; especialistas estimam até três horas extras de viagem por caminhão.
A operadora ferroviária de cargas Rail Cargo Group já registra aumento nas reservas para seus shuttles Ro-La (estrada rolante) entre Wörgl e Trento. O transporte de passageiros também será impactado: o fim de semana de retorno das férias de Pentecostes na Baviera, Baden-Württemberg e Saxônia-Anhalt coincide exatamente com o período de bloqueio.
O ADAC recomenda que os viajantes não esperem até a fronteira para mudar seus planos, sugerindo rotas alternativas a partir de Munique via Fernpass/Arlberg ou Tauern-Katschberg. Companhias aéreas já notam um aumento repentino na demanda nas rotas Munique–Bolzano e Innsbruck–Roma.
A longo prazo, políticos e setor logístico apostam no túnel base do Brennero, com 64 km, cuja conclusão está prevista para, no mínimo, 2032, e que reduzirá o tempo de viagem entre Innsbruck e Franzensfeste para 25 minutos. Até lá, o gargalo do Brennero continuará sendo um tema delicado – e o dia 30 de maio dá um aperitivo dos futuros conflitos entre interesses climáticos, de trânsito e econômicos.
Fonte: dpa-AFX / ARIVA.DE