
Viajantes que planejam voar para ou dentro da Itália no próximo domingo enfrentam a possibilidade de uma das maiores paralisações coordenadas dos últimos tempos. No dia 5 de julho, os controladores de tráfego aéreo da ENAV no aeroporto de Milão Malpensa farão uma greve de 24 horas (00h01 às 24h00), que coincidirá com uma paralisação nacional de quatro horas (13h00 às 17h00) de seus colegas, além de ações simultâneas dos pilotos e tripulação da easyJet, operadores de solo da FedEx, equipes de segurança nos aeroportos de Roma Fiumicino e Ciampino, e operadores locais em Catânia e Palermo. Estimativas do setor indicam que até 2.300 voos — cerca de um quinto da programação de domingo na Itália — podem ser atrasados ou cancelados caso não haja um acordo de última hora.
A greve ocorre justamente no pico da alta temporada de verão, aumentando a pressão sobre a infraestrutura aeroportuária, já sobrecarregada pelos novos controles biométricos do Sistema de Entrada/Saída da UE (EES). Companhias aéreas como ITA Airways e Ryanair já iniciaram “cancelamentos proativos” para liberar aeronaves e tripulações reservas, enquanto a easyJet oferece remarcação sem taxas para o período de 48 horas em torno da greve.
Pela legislação italiana, as “fasce protette” garantem partidas limitadas entre 7h00 e 10h00 e entre 18h00 e 21h00, mas a capacidade permanece drasticamente reduzida. Viajantes a negócios com agendas apertadas devem considerar antecipar ou adiar suas viagens, utilizar conexões ferroviárias para hubs vizinhos como Zurique ou Nice, ou optar por aeroportos menores menos dependentes do ACC de Malpensa. Empresas com programas de mobilidade global foram orientadas a monitorar notificações das companhias aéreas e garantir que seus colaboradores móveis mantenham dados de contato atualizados para reencaminhamentos emergenciais.
A paralisação tem como foco a equiparação salarial com outros provedores europeus de serviços de navegação aérea (ANSPs), níveis de pessoal e a integração da nova tecnologia de torres digitais. Já as equipes da easyJet exigem aumentos salariais indexados e regras de escala mais claras. As negociações mediadas pelo Ministério das Infraestruturas e Transportes da Itália estagnaram na semana passada, e os sindicatos acusam a gestão de “negociação de má-fé”. Um avanço antes de 5 de julho parece improvável.
Para gestores de RH e de riscos em viagens, a greve reforça a importância de ferramentas de monitoramento em tempo real e políticas que priorizem o viajante. As empresas devem pré-aprovar hospedagens e despesas extras caso funcionários fiquem retidos, além de verificar se as apólices de seguro viagem cobrem disputas trabalhistas. Colaboradores que chegarem no dia 5 de julho devem ser orientados a manter à mão cartas de aprovação de visto e cópias de permissões de trabalho, já que as filas de imigração devem aumentar significativamente quando os serviços forem retomados.
Olhando para o futuro, os sindicatos alertam que novas paralisações podem ocorrer caso as negociações continuem travadas, aumentando o risco de interrupções contínuas ao longo de julho. Empresas que dependem da malha aérea italiana devem atualizar seus planos de continuidade de negócios em conformidade.
A greve ocorre justamente no pico da alta temporada de verão, aumentando a pressão sobre a infraestrutura aeroportuária, já sobrecarregada pelos novos controles biométricos do Sistema de Entrada/Saída da UE (EES). Companhias aéreas como ITA Airways e Ryanair já iniciaram “cancelamentos proativos” para liberar aeronaves e tripulações reservas, enquanto a easyJet oferece remarcação sem taxas para o período de 48 horas em torno da greve.
Pela legislação italiana, as “fasce protette” garantem partidas limitadas entre 7h00 e 10h00 e entre 18h00 e 21h00, mas a capacidade permanece drasticamente reduzida. Viajantes a negócios com agendas apertadas devem considerar antecipar ou adiar suas viagens, utilizar conexões ferroviárias para hubs vizinhos como Zurique ou Nice, ou optar por aeroportos menores menos dependentes do ACC de Malpensa. Empresas com programas de mobilidade global foram orientadas a monitorar notificações das companhias aéreas e garantir que seus colaboradores móveis mantenham dados de contato atualizados para reencaminhamentos emergenciais.
A paralisação tem como foco a equiparação salarial com outros provedores europeus de serviços de navegação aérea (ANSPs), níveis de pessoal e a integração da nova tecnologia de torres digitais. Já as equipes da easyJet exigem aumentos salariais indexados e regras de escala mais claras. As negociações mediadas pelo Ministério das Infraestruturas e Transportes da Itália estagnaram na semana passada, e os sindicatos acusam a gestão de “negociação de má-fé”. Um avanço antes de 5 de julho parece improvável.
Para gestores de RH e de riscos em viagens, a greve reforça a importância de ferramentas de monitoramento em tempo real e políticas que priorizem o viajante. As empresas devem pré-aprovar hospedagens e despesas extras caso funcionários fiquem retidos, além de verificar se as apólices de seguro viagem cobrem disputas trabalhistas. Colaboradores que chegarem no dia 5 de julho devem ser orientados a manter à mão cartas de aprovação de visto e cópias de permissões de trabalho, já que as filas de imigração devem aumentar significativamente quando os serviços forem retomados.
Olhando para o futuro, os sindicatos alertam que novas paralisações podem ocorrer caso as negociações continuem travadas, aumentando o risco de interrupções contínuas ao longo de julho. Empresas que dependem da malha aérea italiana devem atualizar seus planos de continuidade de negócios em conformidade.
Fonte: Wanted in Rome
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