
O grupo europeu de operadores aeroportuários ACI Europe, a Airlines for Europe (A4E) e a IATA publicaram uma carta aberta em 1º de julho alertando que o novo Sistema Biométrico de Entrada/Saída (EES) atingiu um "ponto crítico" apenas três meses após sua plena operação. Segundo o setor, filas de até cinco horas estão se formando em muitas fronteiras externas do espaço Schengen, fazendo com que alguns voos decolem com metade dos assentos vazios enquanto passageiros ficam presos nas filas.
Embora a carta mencione pontos críticos como Madrid e Lisboa, os aeroportos poloneses estão cada vez mais preocupados. O aeroporto de Varsóvia-Chopin registrou um recorde de 3,1 milhões de passageiros de fora da UE em maio e conta com apenas 36 quiosques automatizados certificados para o EES. A empresa de serviços em solo LS Airport Services informa que o tempo médio de espera no horário de pico em Chopin subiu para 47 minutos para nacionais de países terceiros, ante 18 minutos antes do EES.
Os grupos da aviação pedem à Comissão Europeia que permita aos países "suspender completamente" as verificações biométricas sempre que o volume de passageiros ultrapassar a capacidade durante julho e agosto. Também solicitam flexibilidade para estender essa medida além do verão, até que haja pessoal e equipamentos automatizados suficientes.
A Comissão está analisando o pedido, mas ressalta que suspensões são permitidas pelo artigo 14 do Código de Fronteiras Schengen, desde que a segurança interna não seja comprometida. Empresas de gestão de viagens na Polônia recomendam que os clientes cheguem pelo menos três horas antes dos voos para fora do espaço Schengen e prevejam conexões mais longas. Empregadores que planejam missões de curto prazo devem alertar seus funcionários de que conexões perdidas podem não ser reembolsadas pelas companhias aéreas se o atraso ocorrer no controle de fronteira, e não no check-in.
Embora a carta mencione pontos críticos como Madrid e Lisboa, os aeroportos poloneses estão cada vez mais preocupados. O aeroporto de Varsóvia-Chopin registrou um recorde de 3,1 milhões de passageiros de fora da UE em maio e conta com apenas 36 quiosques automatizados certificados para o EES. A empresa de serviços em solo LS Airport Services informa que o tempo médio de espera no horário de pico em Chopin subiu para 47 minutos para nacionais de países terceiros, ante 18 minutos antes do EES.
Os grupos da aviação pedem à Comissão Europeia que permita aos países "suspender completamente" as verificações biométricas sempre que o volume de passageiros ultrapassar a capacidade durante julho e agosto. Também solicitam flexibilidade para estender essa medida além do verão, até que haja pessoal e equipamentos automatizados suficientes.
A Comissão está analisando o pedido, mas ressalta que suspensões são permitidas pelo artigo 14 do Código de Fronteiras Schengen, desde que a segurança interna não seja comprometida. Empresas de gestão de viagens na Polônia recomendam que os clientes cheguem pelo menos três horas antes dos voos para fora do espaço Schengen e prevejam conexões mais longas. Empregadores que planejam missões de curto prazo devem alertar seus funcionários de que conexões perdidas podem não ser reembolsadas pelas companhias aéreas se o atraso ocorrer no controle de fronteira, e não no check-in.
Fonte: Euronews
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