
Quatro meses após a implementação do novo Sistema de Entrada/Saída (EES) da UE, o relatório da Euronews de 22 de julho revela impactos concretos nos pontos de fronteira italianos e em outros locais do espaço Schengen. Segundo dados recentes da YouGov, 36% dos viajantes do Reino Unido que entram no bloco já enfrentaram filas para captura biométrica, enquanto 30% relataram aumento no tempo de espera nas filas de passaporte. Ainda assim, 64% pretendem viajar para a Europa nos próximos 12 meses, apenas reservando mais tempo para o processo.
A Itália — um dos primeiros países a instalar os quiosques do EES em todos os principais aeroportos — tem enfrentado congestionamentos na alta temporada em Roma Fiumicino e Milão Malpensa, onde o atendimento a uma família de quatro visitantes não pertencentes à UE pode levar até 12 minutos, contra uma média de quatro minutos antes do EES. A Autoridade de Aviação Civil Italiana e a polícia de fronteira temporariamente retornaram a alguns balcões para o carimbo manual durante picos de chegada, com base na orientação da Comissão Europeia de 1º de julho, que permite suspender a captura biométrica em situações de “pressão excepcionalmente alta”.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a principal recomendação é ampliar os horários: reservar pelo menos 45 minutos extras para funcionários não pertencentes à UE que entram na Itália até que o fluxo de passageiros se estabilize. As empresas também devem atualizar suas políticas de viagem para informar que impressões digitais e imagens faciais serão armazenadas por três anos e podem ser reutilizadas em viagens futuras, reduzindo o tempo de processamento para viajantes frequentes.
O EES é um passo preparatório para a autorização eletrônica de viagem ETIAS, prevista para meados de 2027. Gestores de RH e Mobilidade Global devem orientar os funcionários sobre aspectos de privacidade de dados, especialmente ao transportar equipamentos sensíveis; o sistema sinaliza automaticamente permanências irregulares, o que pode comprometer registros de visto Schengen e futuras solicitações de permissão de trabalho.
Os aeroportos italianos planejam dobrar o número de quiosques de autoatendimento até a Páscoa de 2027, mas a prontidão tecnológica ainda é desigual nas fronteiras terrestres com a Eslovênia e a França. Operadores logísticos que transportam motoristas com carnês CMR são aconselhados a verificar se as faixas dedicadas ao transporte de carga suportam captura biométrica, para evitar misturar-se ao tráfego turístico.
A Itália — um dos primeiros países a instalar os quiosques do EES em todos os principais aeroportos — tem enfrentado congestionamentos na alta temporada em Roma Fiumicino e Milão Malpensa, onde o atendimento a uma família de quatro visitantes não pertencentes à UE pode levar até 12 minutos, contra uma média de quatro minutos antes do EES. A Autoridade de Aviação Civil Italiana e a polícia de fronteira temporariamente retornaram a alguns balcões para o carimbo manual durante picos de chegada, com base na orientação da Comissão Europeia de 1º de julho, que permite suspender a captura biométrica em situações de “pressão excepcionalmente alta”.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a principal recomendação é ampliar os horários: reservar pelo menos 45 minutos extras para funcionários não pertencentes à UE que entram na Itália até que o fluxo de passageiros se estabilize. As empresas também devem atualizar suas políticas de viagem para informar que impressões digitais e imagens faciais serão armazenadas por três anos e podem ser reutilizadas em viagens futuras, reduzindo o tempo de processamento para viajantes frequentes.
O EES é um passo preparatório para a autorização eletrônica de viagem ETIAS, prevista para meados de 2027. Gestores de RH e Mobilidade Global devem orientar os funcionários sobre aspectos de privacidade de dados, especialmente ao transportar equipamentos sensíveis; o sistema sinaliza automaticamente permanências irregulares, o que pode comprometer registros de visto Schengen e futuras solicitações de permissão de trabalho.
Os aeroportos italianos planejam dobrar o número de quiosques de autoatendimento até a Páscoa de 2027, mas a prontidão tecnológica ainda é desigual nas fronteiras terrestres com a Eslovênia e a França. Operadores logísticos que transportam motoristas com carnês CMR são aconselhados a verificar se as faixas dedicadas ao transporte de carga suportam captura biométrica, para evitar misturar-se ao tráfego turístico.
Fonte: Euronews
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