
Sem alarde, a Diretriz Ministerial 119 entrou em vigor em 25 de julho — cinco dias antes de a maioria dos gestores de mobilidade sequer perceber que ela existia. O Departamento de Assuntos Internos atualizou sua página de prioridades de processamento no final de 3 de agosto, confirmando que quase todas as categorias de vistos qualificados permanentes e provisórios agora serão triadas primeiro pelo *local físico onde o candidato se encontra*, e depois pela ocupação.
Na nova hierarquia, as ocupações de segurança pública e defesa apresentadas na Austrália têm prioridade máxima, seguidas pelas mesmas ocupações apresentadas no exterior. A terceira prioridade é para pedidos feitos dentro do país nas áreas de construção, saúde e ensino, com *todos os demais casos onshore* em quarto lugar. Candidatos offshore em qualquer outra categoria foram relegados ao quinto — e mais lento — nível.
O Conselho Empresarial da Austrália alerta que essa mudança pode se tornar um gargalo autoinfligido para talentos. “Mudar as regras no meio do ano dificulta para as empresas que estão construindo projetos de energias renováveis, centros de pesquisa e data centers encontrarem habilidades específicas que simplesmente ainda não existem aqui”, disse o CEO Bran Black ao *Australian Financial Review*, pedindo que Canberra preserve caminhos legítimos para talentos qualificados.
Start-ups que dependem de talentos tecnológicos globais já estão reavaliando se devem montar novas equipes em Singapura ou Nova Zelândia.
Para as equipes globais de mobilidade, o impacto imediato é tático: espere aprovações mais rápidas para funcionários já no país com vistos de pós-graduação ou de escassez temporária, mas prepare-se para prazos prolongados — potencialmente superiores a 18 meses — para contratações offshore.
Os empregadores são aconselhados a: 1) identificar casos críticos offshore e avaliar arranjos temporários de trabalho remoto; 2) considerar custos adicionais de supervisão salarial estendida; e 3) orçar viagens extras para quando os vistos forem finalmente aprovados, dado o provável surgimento de janelas de mobilização de última hora.
Advogados de imigração também destacam que candidatos que apresentarem pedidos offshore *não* podem burlar o sistema entrando na Austrália depois; a prioridade de processamento está vinculada à localização do candidato *no momento da apresentação*.
Por isso, as empresas estão correndo para reservar viagens urgentes, para que os indicados pendentes possam apresentar seus pedidos em solo australiano antes que novas mudanças políticas sejam anunciadas no próximo orçamento federal.
Na nova hierarquia, as ocupações de segurança pública e defesa apresentadas na Austrália têm prioridade máxima, seguidas pelas mesmas ocupações apresentadas no exterior. A terceira prioridade é para pedidos feitos dentro do país nas áreas de construção, saúde e ensino, com *todos os demais casos onshore* em quarto lugar. Candidatos offshore em qualquer outra categoria foram relegados ao quinto — e mais lento — nível.
O Conselho Empresarial da Austrália alerta que essa mudança pode se tornar um gargalo autoinfligido para talentos. “Mudar as regras no meio do ano dificulta para as empresas que estão construindo projetos de energias renováveis, centros de pesquisa e data centers encontrarem habilidades específicas que simplesmente ainda não existem aqui”, disse o CEO Bran Black ao *Australian Financial Review*, pedindo que Canberra preserve caminhos legítimos para talentos qualificados.
Start-ups que dependem de talentos tecnológicos globais já estão reavaliando se devem montar novas equipes em Singapura ou Nova Zelândia.
Para as equipes globais de mobilidade, o impacto imediato é tático: espere aprovações mais rápidas para funcionários já no país com vistos de pós-graduação ou de escassez temporária, mas prepare-se para prazos prolongados — potencialmente superiores a 18 meses — para contratações offshore.
Os empregadores são aconselhados a: 1) identificar casos críticos offshore e avaliar arranjos temporários de trabalho remoto; 2) considerar custos adicionais de supervisão salarial estendida; e 3) orçar viagens extras para quando os vistos forem finalmente aprovados, dado o provável surgimento de janelas de mobilização de última hora.
Advogados de imigração também destacam que candidatos que apresentarem pedidos offshore *não* podem burlar o sistema entrando na Austrália depois; a prioridade de processamento está vinculada à localização do candidato *no momento da apresentação*.
Por isso, as empresas estão correndo para reservar viagens urgentes, para que os indicados pendentes possam apresentar seus pedidos em solo australiano antes que novas mudanças políticas sejam anunciadas no próximo orçamento federal.
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Austrália.Mais de Austrália
Ver tudo
Ministro adia discurso importante enquanto governo discute cortes profundos na migração
Choque na taxa de visto: aumento em julho eleva orçamento em 24% enquanto empresas absorvem custos maiores de mobilidade