
Centenas de passageiros que viajavam de e para os Emirados Árabes Unidos enfrentaram transtornos na noite de 2 de dezembro após uma falha em um sistema de TI terceirizado paralisar os sistemas de check-in da Air India em aeroportos ao redor do mundo. O Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) e o Aeroporto Internacional Zayed de Abu Dhabi — ambos importantes hubs da Air India — registraram filas e atrasos contínuos enquanto a equipe passou a emitir cartões de embarque manualmente. A companhia aérea indiana alertou que os atrasos podem se estender até 3 de dezembro, à medida que as rotações das aeronaves ficam desorganizadas.
Embora a falha tenha origem externa à companhia, ela evidenciou a vulnerabilidade das redes hub-and-spoke, que dependem de dados em tempo real para a triagem de segurança e cálculos de peso e balanceamento. Os aeroportos dos Emirados Árabes processam mais de 300 partidas semanais do grupo Air India, e qualquer interrupção prolongada afeta as conexões subsequentes, aumentando os tempos mínimos de conexão. Várias empresas da região do GCC informaram ao Global Mobility News que orientaram seus funcionários a reservar pelo menos quatro horas de margem para conexões em Mumbai e Delhi.
Para os gestores de mobilidade, o incidente reforça a importância de manter opções de bilhetes com múltiplas companhias em rotas de alta demanda na Ásia do Sul. Capacidade alternativa com Emirates, Etihad e flydubai estava disponível, mas as classes de assento e tarifas se esgotaram rapidamente com a aproximação do pico da noite. Seguradoras também destacaram que as obrigações de cuidado incluem fornecer alimentação, hospedagem e reacomodação quando falhas de TI deixam funcionários retidos no exterior.
A Air India informou que os engenheiros restauraram a maior parte das funções até o final da noite e que passageiros que perderam voos de conexão serão remarcados sem custo adicional. A companhia migrou recentemente para um novo sistema de atendimento ao passageiro como parte do seu plano de transformação pós-privatização; consultores afirmam que problemas iniciais são esperados até que a redundância total seja implementada.
Quem vai viajar nas próximas 24 a 48 horas deve verificar o status do voo e realizar o check-in online sempre que possível para reduzir o tempo de espera no aeroporto. As empresas também podem lembrar seus funcionários de que os balcões de imigração dos Emirados Árabes ainda exigem o cartão de embarque impresso ou digital com código de barras escaneável — mesmo quando os processos manuais estão em vigor.
Embora a falha tenha origem externa à companhia, ela evidenciou a vulnerabilidade das redes hub-and-spoke, que dependem de dados em tempo real para a triagem de segurança e cálculos de peso e balanceamento. Os aeroportos dos Emirados Árabes processam mais de 300 partidas semanais do grupo Air India, e qualquer interrupção prolongada afeta as conexões subsequentes, aumentando os tempos mínimos de conexão. Várias empresas da região do GCC informaram ao Global Mobility News que orientaram seus funcionários a reservar pelo menos quatro horas de margem para conexões em Mumbai e Delhi.
Para os gestores de mobilidade, o incidente reforça a importância de manter opções de bilhetes com múltiplas companhias em rotas de alta demanda na Ásia do Sul. Capacidade alternativa com Emirates, Etihad e flydubai estava disponível, mas as classes de assento e tarifas se esgotaram rapidamente com a aproximação do pico da noite. Seguradoras também destacaram que as obrigações de cuidado incluem fornecer alimentação, hospedagem e reacomodação quando falhas de TI deixam funcionários retidos no exterior.
A Air India informou que os engenheiros restauraram a maior parte das funções até o final da noite e que passageiros que perderam voos de conexão serão remarcados sem custo adicional. A companhia migrou recentemente para um novo sistema de atendimento ao passageiro como parte do seu plano de transformação pós-privatização; consultores afirmam que problemas iniciais são esperados até que a redundância total seja implementada.
Quem vai viajar nas próximas 24 a 48 horas deve verificar o status do voo e realizar o check-in online sempre que possível para reduzir o tempo de espera no aeroporto. As empresas também podem lembrar seus funcionários de que os balcões de imigração dos Emirados Árabes ainda exigem o cartão de embarque impresso ou digital com código de barras escaneável — mesmo quando os processos manuais estão em vigor.
Fonte: Khaleej Times
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