
Equipes de mobilidade brasileiras acordaram em 1º de dezembro com uma novidade escondida no Federal Register dos EUA: o Departamento de Segurança Interna (DHS) passou a cobrar uma taxa de US$ 30 para todo não-imigrante que precise obter o registro I-94 ao entrar nos Estados Unidos por via terrestre ou ao preencher o formulário online. Embora a maioria dos brasileiros viaje de avião para os EUA — onde o I-94 eletrônico é gerado automaticamente e sem custo — a taxa afetará executivos cujos roteiros incluam travessias terrestres vindas do Canadá ou México.
Cenários comuns envolvem engenheiros de controle de qualidade de São Paulo que voam para Monterrey e seguem de carro até o Texas, ou compradores do agronegócio que desembarcam em Toronto antes de cruzar a fronteira terrestre para os EUA. Cada entrada agora exigirá a comprovação do pagamento pelo aplicativo CBP One ou diretamente no ponto de entrada. Advogados especializados em imigração alertam que a ausência do comprovante durante fiscalizações aleatórias pode resultar em multas ou até deportação acelerada.
Empresas de gestão de viagens estimam que uma multinacional brasileira de porte médio, com cerca de 150 viagens terrestres transfronteiriças por ano, terá um custo adicional de aproximadamente R$ 23 mil — um valor pequeno em termos absolutos, mas um novo gasto indesejado em orçamentos de mobilidade já apertados para 2026. Algumas companhias já estão transferindo reuniões para o lado americano da fronteira ou exigindo que os viajantes completem o trajeto exclusivamente por via aérea, onde não há cobrança separada pelo I-94.
A medida faz parte da estratégia mais ampla de recuperação de custos do governo americano. O Congresso debate uma taxa adicional de “integridade de visto” para certas categorias de não-imigrantes, e o DHS indicou que futuras expansões de taxas podem incluir chegadas por via marítima. Por isso, empresas brasileiras são aconselhadas a incluir linhas de contingência para essas cobranças governamentais nos orçamentos de 2026, treinar os viajantes sobre os procedimentos de pagamento e atualizar os códigos de relatórios de despesas para registrar corretamente a nova taxa.
No longo prazo, essa mudança reforça a importância de treinamentos proativos de conformidade. As empresas devem garantir que funcionários com dupla nacionalidade compreendam que a taxa se aplica ao passaporte apresentado na fronteira e arquivar os recibos digitais para eventuais auditorias.
Cenários comuns envolvem engenheiros de controle de qualidade de São Paulo que voam para Monterrey e seguem de carro até o Texas, ou compradores do agronegócio que desembarcam em Toronto antes de cruzar a fronteira terrestre para os EUA. Cada entrada agora exigirá a comprovação do pagamento pelo aplicativo CBP One ou diretamente no ponto de entrada. Advogados especializados em imigração alertam que a ausência do comprovante durante fiscalizações aleatórias pode resultar em multas ou até deportação acelerada.
Empresas de gestão de viagens estimam que uma multinacional brasileira de porte médio, com cerca de 150 viagens terrestres transfronteiriças por ano, terá um custo adicional de aproximadamente R$ 23 mil — um valor pequeno em termos absolutos, mas um novo gasto indesejado em orçamentos de mobilidade já apertados para 2026. Algumas companhias já estão transferindo reuniões para o lado americano da fronteira ou exigindo que os viajantes completem o trajeto exclusivamente por via aérea, onde não há cobrança separada pelo I-94.
A medida faz parte da estratégia mais ampla de recuperação de custos do governo americano. O Congresso debate uma taxa adicional de “integridade de visto” para certas categorias de não-imigrantes, e o DHS indicou que futuras expansões de taxas podem incluir chegadas por via marítima. Por isso, empresas brasileiras são aconselhadas a incluir linhas de contingência para essas cobranças governamentais nos orçamentos de 2026, treinar os viajantes sobre os procedimentos de pagamento e atualizar os códigos de relatórios de despesas para registrar corretamente a nova taxa.
No longo prazo, essa mudança reforça a importância de treinamentos proativos de conformidade. As empresas devem garantir que funcionários com dupla nacionalidade compreendam que a taxa se aplica ao passaporte apresentado na fronteira e arquivar os recibos digitais para eventuais auditorias.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News