
A adoção antecipada do Sistema de Entrada/Saída da UE (EES) pela Alemanha está enfrentando dificuldades. Desde o início do registro biométrico nos aeroportos de Düsseldorf e Frankfurt, em 12 de outubro, passageiros de fora da UE relataram esperas de até três horas, segundo o Conselho Internacional de Aeroportos. O sistema registra digitalmente todas as entradas e saídas de cidadãos de países terceiros, substituindo o carimbo no passaporte por impressões digitais e reconhecimento facial.
Dados da Polícia Federal, vazados ao comitê de transporte do Bundestag, mostram que apenas 10% dos viajantes elegíveis completaram o registro nas primeiras nove semanas — muito abaixo da meta de 35% prevista para o final de janeiro. Autoridades alertam que os gargalos podem se estender para os corredores internos dos aeroportos durante o pico do tráfego de feriados.
Em resposta, Frankfurt encomendou 60 quiosques de autoatendimento adicionais e está testando “equipes biométricas móveis” que coletam dados nos portões de chegada antes dos passageiros chegarem às filas de imigração. As companhias aéreas pressionam por um aplicativo móvel de pré-cadastro voluntário, mas o Ministério do Interior afirma que as garantias de privacidade precisam passar pela aprovação parlamentar antes.
O que as empresas devem fazer agora:
• Orientar os viajantes a reservar de 10 a 15 minutos para o registro inicial;
• Incluir uma margem mínima de 45 minutos em conexões apertadas entre voos Schengen e não-Schengen nos hubs alemães;
• Acompanhar os cronogramas de implementação específicos de cada aeroporto — Berlim e Hamburgo entrarão em operação em fevereiro de 2026.
A Comissão Europeia definiu 10 de abril de 2026 como a data para o lançamento completo do sistema em toda a UE, o que indica que os problemas iniciais devem continuar durante o período de viagens da Páscoa.
Dados da Polícia Federal, vazados ao comitê de transporte do Bundestag, mostram que apenas 10% dos viajantes elegíveis completaram o registro nas primeiras nove semanas — muito abaixo da meta de 35% prevista para o final de janeiro. Autoridades alertam que os gargalos podem se estender para os corredores internos dos aeroportos durante o pico do tráfego de feriados.
Em resposta, Frankfurt encomendou 60 quiosques de autoatendimento adicionais e está testando “equipes biométricas móveis” que coletam dados nos portões de chegada antes dos passageiros chegarem às filas de imigração. As companhias aéreas pressionam por um aplicativo móvel de pré-cadastro voluntário, mas o Ministério do Interior afirma que as garantias de privacidade precisam passar pela aprovação parlamentar antes.
O que as empresas devem fazer agora:
• Orientar os viajantes a reservar de 10 a 15 minutos para o registro inicial;
• Incluir uma margem mínima de 45 minutos em conexões apertadas entre voos Schengen e não-Schengen nos hubs alemães;
• Acompanhar os cronogramas de implementação específicos de cada aeroporto — Berlim e Hamburgo entrarão em operação em fevereiro de 2026.
A Comissão Europeia definiu 10 de abril de 2026 como a data para o lançamento completo do sistema em toda a UE, o que indica que os problemas iniciais devem continuar durante o período de viagens da Páscoa.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News