
A companhia aérea de baixo custo Air India Express (AIX) receberá na segunda-feira seu primeiro Boeing 737-8 MAX de fábrica (registro VT-RNT), marcando o primeiro jato novo da empresa desde que o Grupo Tata adquiriu a Air India em 2022. Diferente dos MAXs ex-SpiceJet atualmente em operação por leasing, a nova aeronave conta com cabine de duas classes, 189 assentos econômicos e 12 premium, além de Wi-Fi via satélite que poderá ser ativado assim que as regulamentações indianas permitirem.
A AIX planeja operar o avião em rotas de alta demanda para o Golfo, como Kochi–Dubai e Kozhikode–Muscat, substituindo gradualmente os antigos 737-800, que têm em média 15 anos de uso. A companhia espera receber mais 18 MAXs em 2026, parte de um pedido de 190 jatos feito pela controladora Air India para suas subsidiárias de baixo custo.
Para os viajantes corporativos, o MAX oferece redução de 14% no consumo de combustível e maior alcance, possibilitando voos diretos de cidades indianas de segundo escalão para destinos como Dammam e Kuala Lumpur, sem penalidades de carga. Empresas de gestão de viagens afirmam que essa movimentação deve intensificar a concorrência de preços no tráfego corporativo entre Índia e Golfo, onde a AIX já detém 22% do mercado.
A entrega também indica a recuperação da Índia na capacidade internacional de assentos, que já alcançou 108% dos níveis do inverno pré-Covid de 2019, segundo dados da DGCA divulgados esta semana.
A AIX planeja operar o avião em rotas de alta demanda para o Golfo, como Kochi–Dubai e Kozhikode–Muscat, substituindo gradualmente os antigos 737-800, que têm em média 15 anos de uso. A companhia espera receber mais 18 MAXs em 2026, parte de um pedido de 190 jatos feito pela controladora Air India para suas subsidiárias de baixo custo.
Para os viajantes corporativos, o MAX oferece redução de 14% no consumo de combustível e maior alcance, possibilitando voos diretos de cidades indianas de segundo escalão para destinos como Dammam e Kuala Lumpur, sem penalidades de carga. Empresas de gestão de viagens afirmam que essa movimentação deve intensificar a concorrência de preços no tráfego corporativo entre Índia e Golfo, onde a AIX já detém 22% do mercado.
A entrega também indica a recuperação da Índia na capacidade internacional de assentos, que já alcançou 108% dos níveis do inverno pré-Covid de 2019, segundo dados da DGCA divulgados esta semana.
Fonte: The Times of India