
A comissão de legislação da câmara baixa da França enviou um sinal forte a empregadores e viajantes em 17 de janeiro ao aprovar um projeto de lei que limita a 30 dias por ano as greves autorizadas em empresas de transporte públicas. O texto, apoiado pelo centro e pelos partidos Les Républicains e Rassemblement National, obriga sindicatos e operadores como SNCF, RATP, Air France-KLM e as principais autoridades aeroportuárias a negociar um calendário rotativo de “bloqueios” durante períodos de pico — férias escolares, semanas de exames, grandes feiras comerciais e eventos esportivos internacionais.
Contexto: A França já exige um aviso prévio de oito dias para greves e impõe uma cláusula de serviço mínimo no transporte ferroviário de passageiros. Ainda assim, paralisações no metrô e trem causam uma perda estimada de €400 milhões em produtividade anualmente e prejudicam a atratividade do país para talentos móveis e eventos internacionais. Dados do ano olímpico mostraram 62 dias de greve só na SNCF, forçando milhares de remarcações de viagens de negócios. Parlamentares defendem que o novo limite preserva o direito de greve, garantindo “a previsibilidade essencial à vida econômica”.
Implicações práticas: Se aprovado, gestores de viagens corporativas terão uma visão clara anual das janelas de viagem “protegidas”, facilitando o agendamento de reuniões, visitas a clientes e realocações de expatriados com menos imprevistos. O projeto também exige uma fase obrigatória de mediação de duas semanas antes de qualquer nova greve após o limite de 30 dias ser atingido — uma medida para incentivar a resolução de conflitos via arbitragem em vez de paralisações.
Perspectiva dos empregadores: O grupo aeroespacial Safran, com sede em Paris, informou à VisaHQ que gasta cerca de €2 milhões por ano com reservas de hotéis e vouchers de táxi de última hora durante paralisações ferroviárias; espera reduzir esse valor pela metade caso o limite vire lei. Os sindicatos, por sua vez, prometem contestar o texto no Conselho Constitucional, classificando-o como uma “restrição severa” aos direitos sociais.
Próximos passos: O projeto tramita em regime de urgência e deve chegar ao plenário da Assembleia Nacional no início de fevereiro. Com apoio multipartidário e a opinião pública cansada das frequentes interrupções, especialistas veem alta probabilidade de aprovação antes do recesso da Páscoa. Equipes de mobilidade corporativa já devem planejar as viagens e datas de início de atribuições para 2026 considerando o limite de 30 dias e ajustar os acordos de nível de serviço com fornecedores de realocação.
Contexto: A França já exige um aviso prévio de oito dias para greves e impõe uma cláusula de serviço mínimo no transporte ferroviário de passageiros. Ainda assim, paralisações no metrô e trem causam uma perda estimada de €400 milhões em produtividade anualmente e prejudicam a atratividade do país para talentos móveis e eventos internacionais. Dados do ano olímpico mostraram 62 dias de greve só na SNCF, forçando milhares de remarcações de viagens de negócios. Parlamentares defendem que o novo limite preserva o direito de greve, garantindo “a previsibilidade essencial à vida econômica”.
Implicações práticas: Se aprovado, gestores de viagens corporativas terão uma visão clara anual das janelas de viagem “protegidas”, facilitando o agendamento de reuniões, visitas a clientes e realocações de expatriados com menos imprevistos. O projeto também exige uma fase obrigatória de mediação de duas semanas antes de qualquer nova greve após o limite de 30 dias ser atingido — uma medida para incentivar a resolução de conflitos via arbitragem em vez de paralisações.
Perspectiva dos empregadores: O grupo aeroespacial Safran, com sede em Paris, informou à VisaHQ que gasta cerca de €2 milhões por ano com reservas de hotéis e vouchers de táxi de última hora durante paralisações ferroviárias; espera reduzir esse valor pela metade caso o limite vire lei. Os sindicatos, por sua vez, prometem contestar o texto no Conselho Constitucional, classificando-o como uma “restrição severa” aos direitos sociais.
Próximos passos: O projeto tramita em regime de urgência e deve chegar ao plenário da Assembleia Nacional no início de fevereiro. Com apoio multipartidário e a opinião pública cansada das frequentes interrupções, especialistas veem alta probabilidade de aprovação antes do recesso da Páscoa. Equipes de mobilidade corporativa já devem planejar as viagens e datas de início de atribuições para 2026 considerando o limite de 30 dias e ajustar os acordos de nível de serviço com fornecedores de realocação.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News