
Transportadoras que movimentam mercadorias entre Alemanha e Polônia enfrentaram novos desafios em 25 de janeiro, após a polícia da Saxônia intensificar as fiscalizações no ponto de passagem da A4, próximo a Ludwigsdorf/Görlitz. Segundo relatos locais, os agentes estão agora verificando carteiras de motorista, registros de tacógrafo, limites de peso e documentação de carga em quase todos os caminhões, devolvendo veículos que não estejam em conformidade e aplicando multas imediatas.
Essa intensificação ocorre após a decisão de Berlim, no início do mês, de estender os controles internos temporários do espaço Schengen até pelo menos 15 de março de 2026. Embora o objetivo seja combater o tráfico de pessoas, as medidas acabam impactando o tráfego comercial. Analistas de logística da Meyka estimam que, durante o pico da noite de quinta-feira, o tempo de espera chegou a 45 minutos — o suficiente para comprometer entregas just-in-time nas fábricas da VW em Zwickau e Dresden.
Fornecedores automotivos e redes de encomendas são os mais afetados. Janelas de entrega perdidas podem acarretar multas contratuais ou a necessidade de substituições caras por transporte aéreo. Por isso, gestores de mobilidade recomendam que os motoristas mantenham os documentos CMR organizados e considerem rotas alternativas pelos pontos de passagem A12 Frankfurt (Oder) ou A15 Forst.
O comércio entre Alemanha e Polônia ultrapassa €150 bilhões por ano; somente o corredor da A4 movimenta cerca de 6.000 caminhões diariamente. Associações do setor pressionam o Ministério do Interior por um sistema de faixa verde para transportadoras pré-aprovadas, mas as autoridades afirmam que a prioridade continua sendo a segurança até que o fluxo migratório diminua. Enquanto isso, as empresas são orientadas a incluir tempo extra nas programações, validar previamente os documentos dos veículos e compartilhar dados GPS em tempo real com as equipes dos armazéns para minimizar atrasos em cadeia.
Essa intensificação ocorre após a decisão de Berlim, no início do mês, de estender os controles internos temporários do espaço Schengen até pelo menos 15 de março de 2026. Embora o objetivo seja combater o tráfico de pessoas, as medidas acabam impactando o tráfego comercial. Analistas de logística da Meyka estimam que, durante o pico da noite de quinta-feira, o tempo de espera chegou a 45 minutos — o suficiente para comprometer entregas just-in-time nas fábricas da VW em Zwickau e Dresden.
Fornecedores automotivos e redes de encomendas são os mais afetados. Janelas de entrega perdidas podem acarretar multas contratuais ou a necessidade de substituições caras por transporte aéreo. Por isso, gestores de mobilidade recomendam que os motoristas mantenham os documentos CMR organizados e considerem rotas alternativas pelos pontos de passagem A12 Frankfurt (Oder) ou A15 Forst.
O comércio entre Alemanha e Polônia ultrapassa €150 bilhões por ano; somente o corredor da A4 movimenta cerca de 6.000 caminhões diariamente. Associações do setor pressionam o Ministério do Interior por um sistema de faixa verde para transportadoras pré-aprovadas, mas as autoridades afirmam que a prioridade continua sendo a segurança até que o fluxo migratório diminua. Enquanto isso, as empresas são orientadas a incluir tempo extra nas programações, validar previamente os documentos dos veículos e compartilhar dados GPS em tempo real com as equipes dos armazéns para minimizar atrasos em cadeia.
Fonte: Meyka Law & Government Blog
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