
Passageiros e viajantes a negócios em Hamburgo enfrentam novos transtornos na quarta-feira, 11 de fevereiro, após o sindicato do setor público Ver.di convocar os motoristas da Verkehrsbetriebe Hamburg-Holstein (VHH) para uma paralisação de 24 horas. A operadora municipal administra cerca de 800 ônibus e transporta mais de 250 mil passageiros diariamente, conectando o oeste da cidade aos distritos suburbanos de Pinneberg e Segeberg.
A VHH ainda não consegue estimar quantos serviços serão cancelados, já que a participação é voluntária, mas greves anteriores reduziram a frequência nos horários de pico em até 70%. O Ver.di reivindica um novo acordo coletivo interno que inclua uma jornada de trabalho de 35 horas semanais e pagamento de férias equivalente a meio salário mensal.
Para as equipes de mobilidade corporativa, o momento é delicado: Hamburgo sediará duas grandes feiras na próxima semana, e os hotéis já estão quase lotados. Funcionários que chegarem pelo Aeroporto de Hamburgo podem precisar recorrer a táxis ou serviços de carona caros, já que os ônibus de conexão para o S-Bahn podem ser suspensos. As empresas devem reservar com antecedência transportes alternativos e informar os viajantes sobre a possibilidade de atrasos nas transferências.
A disputa também indica uma tendência mais ampla: sindicatos do transporte público estão focando em operadores regionais, em vez da ferrovia nacional, neste inverno, causando interrupções localizadas, porém severas. Multinacionais com escritórios na Alemanha podem precisar atualizar suas políticas de viagem para permitir reembolsos de serviços de carona em dias de greve.
A VHH ainda não consegue estimar quantos serviços serão cancelados, já que a participação é voluntária, mas greves anteriores reduziram a frequência nos horários de pico em até 70%. O Ver.di reivindica um novo acordo coletivo interno que inclua uma jornada de trabalho de 35 horas semanais e pagamento de férias equivalente a meio salário mensal.
Para as equipes de mobilidade corporativa, o momento é delicado: Hamburgo sediará duas grandes feiras na próxima semana, e os hotéis já estão quase lotados. Funcionários que chegarem pelo Aeroporto de Hamburgo podem precisar recorrer a táxis ou serviços de carona caros, já que os ônibus de conexão para o S-Bahn podem ser suspensos. As empresas devem reservar com antecedência transportes alternativos e informar os viajantes sobre a possibilidade de atrasos nas transferências.
A disputa também indica uma tendência mais ampla: sindicatos do transporte público estão focando em operadores regionais, em vez da ferrovia nacional, neste inverno, causando interrupções localizadas, porém severas. Multinacionais com escritórios na Alemanha podem precisar atualizar suas políticas de viagem para permitir reembolsos de serviços de carona em dias de greve.
Fonte: WELT/dpa