
O Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) recebeu 95,2 milhões de passageiros em 2025, superando seu próprio recorde de tráfego pré-pandemia e consolidando sua posição como o principal hub internacional do mundo, afirmou o CEO Paul Griffiths a jornalistas em 11 de fevereiro.
O tráfego cresceu 3% em relação ao ano anterior, impulsionado por um aumento de 5% no número de visitantes a Dubai (19,6 milhões) e pela popularidade do emirado como ponto de conexão entre Europa, Ásia e África. A Índia manteve-se como o principal mercado de origem e destino, com 11,9 milhões de passageiros, seguida pela Arábia Saudita (7,5 milhões) e Reino Unido (6,3 milhões). O DXB é atualmente servido por 108 companhias aéreas que voam para 291 cidades em 110 países.
Esse crescimento reacendeu os planos de longo prazo para transferir as operações para o maior Aeroporto Internacional Al Maktoum (DWC), em Dubai South. Autoridades confirmaram que a expansão de AED 128 bilhões (US$ 35 bilhões) — suspensa durante a Covid-19 — está novamente em andamento, com conclusão prevista para 2032, oferecendo cinco pistas paralelas e capacidade para 260 milhões de passageiros por ano.
Para gestores de mobilidade global, esses números significam maior disponibilidade de assentos, mas também potencial congestionamento nos horários de pico, reforçando a importância de serviços como imigração rápida e portões biométricos. Compradores de viagens também acompanham se as companhias aéreas transferirão voos para o DWC com o avanço das obras, o que impactaria políticas de transporte terrestre e escolhas de hotéis para colaboradores deslocados.
O recorde de Dubai ocorre em meio a recuperações semelhantes no Aeroporto Internacional Zayed, rebatizado em Abu Dhabi, destacando a estratégia dos Emirados Árabes Unidos de se posicionar como o principal superconector aéreo do Oriente Médio.
O tráfego cresceu 3% em relação ao ano anterior, impulsionado por um aumento de 5% no número de visitantes a Dubai (19,6 milhões) e pela popularidade do emirado como ponto de conexão entre Europa, Ásia e África. A Índia manteve-se como o principal mercado de origem e destino, com 11,9 milhões de passageiros, seguida pela Arábia Saudita (7,5 milhões) e Reino Unido (6,3 milhões). O DXB é atualmente servido por 108 companhias aéreas que voam para 291 cidades em 110 países.
Esse crescimento reacendeu os planos de longo prazo para transferir as operações para o maior Aeroporto Internacional Al Maktoum (DWC), em Dubai South. Autoridades confirmaram que a expansão de AED 128 bilhões (US$ 35 bilhões) — suspensa durante a Covid-19 — está novamente em andamento, com conclusão prevista para 2032, oferecendo cinco pistas paralelas e capacidade para 260 milhões de passageiros por ano.
Para gestores de mobilidade global, esses números significam maior disponibilidade de assentos, mas também potencial congestionamento nos horários de pico, reforçando a importância de serviços como imigração rápida e portões biométricos. Compradores de viagens também acompanham se as companhias aéreas transferirão voos para o DWC com o avanço das obras, o que impactaria políticas de transporte terrestre e escolhas de hotéis para colaboradores deslocados.
O recorde de Dubai ocorre em meio a recuperações semelhantes no Aeroporto Internacional Zayed, rebatizado em Abu Dhabi, destacando a estratégia dos Emirados Árabes Unidos de se posicionar como o principal superconector aéreo do Oriente Médio.
Fonte: Associated Press
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