
A Swiss International Air Lines (SWISS) passou as últimas 48 horas replanejando dezenas de voos de longa distância após a escalada de conflitos no Golfo, que levou ao fechamento de vários corredores aéreos árabes no final do dia 5 de abril. No centro de operações da companhia em Kloten — com vista para a pista 28 do Aeroporto de Zurique — os despachantes têm gerenciado até 420 movimentos diários, enquanto monitoram uma série de zonas de exclusão aérea recém-declaradas, que se estendem do Irã ao sul do Mar Vermelho.
Oliver Buchhofer, vice-presidente de Operações de Voo da SWISS, afirmou à emissora pública SRF em 6 de abril que todo o tráfego rumo ao leste agora precisa passar por “corredores extremamente estreitos”, o que aumenta a complexidade, o consumo de combustível e os desafios relacionados à jornada das tripulações. Segundo Buchhofer, a companhia já organizou rotações extras para Delhi e Mumbai para repatriar passageiros retidos que normalmente fariam conexão nos hubs do Golfo, como Dubai, Doha ou Muscat — aeroportos que estão, na prática, inacessíveis.
As equipes de despacho também estão pré-aprovando aeroportos alternativos distantes, como Tbilisi e Bucareste, caso sejam necessários novos desvios, enquanto analistas de segurança avaliam em tempo real cada pedido de permissão para sobrevoo. O redirecionamento acrescenta em média de 45 a 70 minutos por trecho e faz com que algumas operações ultra longas ultrapassem o limite máximo de horas das tripulações, gerando escalas não programadas e custos extras com hospedagem.
As reservas futuras continuam estáveis, mas a SWISS alertou seus clientes corporativos para esperarem volatilidade nos horários durante os picos da Páscoa e Pentecostes. Empresas de gestão de viagens relatam que a pressão já elevou as tarifas da classe premium no trecho Zurique-Singapura em 18% acima da média de março. A companhia está coordenando suas ações de perto com o grupo controlador Lufthansa e com a Eurocontrol.
Embora a maioria das companhias aéreas europeias tenha optado até agora por desviar rotas em vez de cancelar voos, analistas do setor alertam que uma piora maior — como o fechamento formal da FIR do Estreito de Ormuz — colocaria em risco a economia suíça, fortemente dependente das exportações, ao cortar a capacidade de carga em porões de aeronaves para remessas sensíveis de produtos farmacêuticos e de engenharia de precisão. As empresas foram orientadas a incluir pelo menos 48 horas de margem em seus cronogramas de cadeia de suprimentos e a preparar seus funcionários para mudanças rápidas nos itinerários de viagem.
Oliver Buchhofer, vice-presidente de Operações de Voo da SWISS, afirmou à emissora pública SRF em 6 de abril que todo o tráfego rumo ao leste agora precisa passar por “corredores extremamente estreitos”, o que aumenta a complexidade, o consumo de combustível e os desafios relacionados à jornada das tripulações. Segundo Buchhofer, a companhia já organizou rotações extras para Delhi e Mumbai para repatriar passageiros retidos que normalmente fariam conexão nos hubs do Golfo, como Dubai, Doha ou Muscat — aeroportos que estão, na prática, inacessíveis.
As equipes de despacho também estão pré-aprovando aeroportos alternativos distantes, como Tbilisi e Bucareste, caso sejam necessários novos desvios, enquanto analistas de segurança avaliam em tempo real cada pedido de permissão para sobrevoo. O redirecionamento acrescenta em média de 45 a 70 minutos por trecho e faz com que algumas operações ultra longas ultrapassem o limite máximo de horas das tripulações, gerando escalas não programadas e custos extras com hospedagem.
As reservas futuras continuam estáveis, mas a SWISS alertou seus clientes corporativos para esperarem volatilidade nos horários durante os picos da Páscoa e Pentecostes. Empresas de gestão de viagens relatam que a pressão já elevou as tarifas da classe premium no trecho Zurique-Singapura em 18% acima da média de março. A companhia está coordenando suas ações de perto com o grupo controlador Lufthansa e com a Eurocontrol.
Embora a maioria das companhias aéreas europeias tenha optado até agora por desviar rotas em vez de cancelar voos, analistas do setor alertam que uma piora maior — como o fechamento formal da FIR do Estreito de Ormuz — colocaria em risco a economia suíça, fortemente dependente das exportações, ao cortar a capacidade de carga em porões de aeronaves para remessas sensíveis de produtos farmacêuticos e de engenharia de precisão. As empresas foram orientadas a incluir pelo menos 48 horas de margem em seus cronogramas de cadeia de suprimentos e a preparar seus funcionários para mudanças rápidas nos itinerários de viagem.
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Suíça.Mais de Suíça
Ver tudo
Êxodo de Páscoa: Engarrafamento de 21 Quilômetros no Gotthard Destaca Gargalo entre Suíça e Itália
A320 Neo Faz Pouso de Emergência em Bruxelas, Forçando Passageiros Suíços a Mudarem de Rota