
Quase todas as principais companhias aéreas dos EUA aumentaram as taxas para bagagem despachada em voos domésticos entre 3 e 10 de abril de 2026, e os reajustes entraram em vigor neste fim de semana. Agora, a primeira mala despachada custa entre US$ 45 e US$ 50 por trecho na United, American e Alaska, US$ 40 na Delta e Southwest, e até US$ 55 para a segunda mala. A taxa para a terceira mala pode chegar a US$ 200 em algumas classes. Embora os voos internacionais de longa distância permaneçam isentos, os aumentos impactam significativamente os voos domésticos de conexão que alimentam os hubs norte-americanos — trechos frequentemente usados por funcionários em deslocamentos internacionais. A empresa de gestão de viagens TripProjection estima que clientes da Fortune 500 terão um aumento de 8% a 12% nos gastos com bagagem ano a ano, caso não haja mudanças nas políticas.
As empresas têm várias opções para mitigar esses custos. Muitos cartões de crédito co-branded (como Delta SkyMiles® Platinum e United Explorer) ainda isentam a primeira mala para o titular e até oito acompanhantes, e o status elite intermediário na maioria das companhias oferece benefícios semelhantes. Os departamentos financeiros podem achar mais vantajoso reembolsar a anuidade de um cartão qualificado do que arcar com as taxas elevadas por viagem. Esses acréscimos também reacendem o debate sobre políticas corporativas que proíbem bagagens de mão grandes ou exigem que funcionários despachem ferramentas e amostras de produtos. Algumas empresas estão revisando as estruturas de diárias ou permitindo upgrades para classe econômica premium — que incluem uma mala despachada gratuita em várias companhias — quando a duração da viagem ou a necessidade de equipamentos justificam o custo adicional.
Os gestores de mobilidade devem atualizar as previsões orçamentárias, especialmente para funcionários em rodízio entre unidades nos EUA, e lembrar os viajantes de pagar as malas antecipadamente online, onde ainda é possível economizar entre US$ 5 e US$ 10 por trecho. Com os preços do combustível permanecendo altos, os analistas não esperam que as companhias aéreas reduzam essas taxas, tornando as soluções estratégicas de pagamento a melhor defesa para 2026.
As empresas têm várias opções para mitigar esses custos. Muitos cartões de crédito co-branded (como Delta SkyMiles® Platinum e United Explorer) ainda isentam a primeira mala para o titular e até oito acompanhantes, e o status elite intermediário na maioria das companhias oferece benefícios semelhantes. Os departamentos financeiros podem achar mais vantajoso reembolsar a anuidade de um cartão qualificado do que arcar com as taxas elevadas por viagem. Esses acréscimos também reacendem o debate sobre políticas corporativas que proíbem bagagens de mão grandes ou exigem que funcionários despachem ferramentas e amostras de produtos. Algumas empresas estão revisando as estruturas de diárias ou permitindo upgrades para classe econômica premium — que incluem uma mala despachada gratuita em várias companhias — quando a duração da viagem ou a necessidade de equipamentos justificam o custo adicional.
Os gestores de mobilidade devem atualizar as previsões orçamentárias, especialmente para funcionários em rodízio entre unidades nos EUA, e lembrar os viajantes de pagar as malas antecipadamente online, onde ainda é possível economizar entre US$ 5 e US$ 10 por trecho. Com os preços do combustível permanecendo altos, os analistas não esperam que as companhias aéreas reduzam essas taxas, tornando as soluções estratégicas de pagamento a melhor defesa para 2026.