
Um forte aperto no fornecimento de combustível para aviação na Europa começa a causar efeitos em cadeia, com Lufthansa e KLM anunciando cortes de voos na sexta-feira (17 de abril de 2026), após a Agência Internacional de Energia alertar que o continente pode ter combustível para “talvez apenas mais seis semanas”. Embora a crise tenha origem em uma restrição no Oriente Médio ligada ao conflito no Irã, brasileiros com itinerários transatlânticos devem sentir o impacto quase imediatamente.
A Lufthansa informou que sua subsidiária regional CityLine vai suspender todas as 27 aeronaves a partir de sábado, eliminando mais de 250 voos semanais que conectam passageiros de São Paulo a Frankfurt com cidades secundárias da Alemanha e da Europa Central. A KLM cortou 160 voos em maio, o que pode limitar as conexões para quem utiliza o popular serviço São Paulo-Amsterdã. SAS e EasyJet já alertaram para novos cortes caso os preços continuem subindo além dos atuais US$ 1.830 por tonelada – mais que o dobro dos níveis pré-guerra.
A operadora brasileira CVC Corp. disse ao O Povo/BBC que está correndo para reacomodar cerca de 4.200 clientes com partidas para Europa em maio e junho, e que clientes corporativos dos setores de agronegócio e farmacêutico estão avaliando a possibilidade de substituir reuniões presenciais por plataformas virtuais. No aeroporto de Guarulhos, quiosques de seguro viagem registram aumento de 46% nas vendas de coberturas para “conexões perdidas” em relação à semana anterior.
Para gestores de mobilidade, o principal risco é a volatilidade dos horários, e não a perda total de capacidade: as companhias aéreas estão priorizando rotas principais como GRU-FRA e GRU-AMS, mas cortando voos de curta distância que completam as jornadas dos passageiros. Viajantes com conexões fora do espaço Schengen devem confirmar os tempos mínimos de conexão e considerar pernoites. Empresas que transferem equipes de projeto ou expatriados devem incluir dias de contingência nos cronogramas e prever orçamentos maiores, já que as companhias estão aplicando sobretaxas temporárias de combustível, em média €48 por trecho.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informa que acompanha a situação por meio das embaixadas em Berlim e Haia, mas ainda não emitiu um alerta formal de viagem. No entanto, autoridades lembram que as regras de compensação da EU261 não se aplicam quando cancelamentos são causados por circunstâncias extraordinárias, como a escassez de combustível.
A Lufthansa informou que sua subsidiária regional CityLine vai suspender todas as 27 aeronaves a partir de sábado, eliminando mais de 250 voos semanais que conectam passageiros de São Paulo a Frankfurt com cidades secundárias da Alemanha e da Europa Central. A KLM cortou 160 voos em maio, o que pode limitar as conexões para quem utiliza o popular serviço São Paulo-Amsterdã. SAS e EasyJet já alertaram para novos cortes caso os preços continuem subindo além dos atuais US$ 1.830 por tonelada – mais que o dobro dos níveis pré-guerra.
A operadora brasileira CVC Corp. disse ao O Povo/BBC que está correndo para reacomodar cerca de 4.200 clientes com partidas para Europa em maio e junho, e que clientes corporativos dos setores de agronegócio e farmacêutico estão avaliando a possibilidade de substituir reuniões presenciais por plataformas virtuais. No aeroporto de Guarulhos, quiosques de seguro viagem registram aumento de 46% nas vendas de coberturas para “conexões perdidas” em relação à semana anterior.
Para gestores de mobilidade, o principal risco é a volatilidade dos horários, e não a perda total de capacidade: as companhias aéreas estão priorizando rotas principais como GRU-FRA e GRU-AMS, mas cortando voos de curta distância que completam as jornadas dos passageiros. Viajantes com conexões fora do espaço Schengen devem confirmar os tempos mínimos de conexão e considerar pernoites. Empresas que transferem equipes de projeto ou expatriados devem incluir dias de contingência nos cronogramas e prever orçamentos maiores, já que as companhias estão aplicando sobretaxas temporárias de combustível, em média €48 por trecho.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informa que acompanha a situação por meio das embaixadas em Berlim e Haia, mas ainda não emitiu um alerta formal de viagem. No entanto, autoridades lembram que as regras de compensação da EU261 não se aplicam quando cancelamentos são causados por circunstâncias extraordinárias, como a escassez de combustível.
Fonte: O Povo / BBC Brasil
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