
O Airbus A330-300 da Air China, voo CA 749, decolou do Aeroporto Internacional de Beijing Daxing às 13h do dia 13 de junho, marcando o lançamento oficial de um serviço diário direto para Milão-Malpensa. Esta nova rota é a primeira conexão regular de Daxing com a Itália e uma das poucas ligações intercontinentais diretas para a Europa a partir do terminal sul de Pequim. A iniciativa ocorre em meio à corrida das companhias aéreas chinesas para reconstruir a capacidade intercontinental após a pandemia, acompanhando a retomada da demanda de lazer e negócios para o exterior durante o pico do verão.
O voo reduz o tempo total de viagem entre a capital chinesa e o centro financeiro italiano em pelo menos três horas, em comparação com a maioria dos itinerários com escala, além de eliminar a necessidade de transferências entre os aeroportos Capital e Daxing em Pequim. Passageiros com bilhetes integrados podem despachar bagagens diretamente para Milão a partir de 20 cidades na China continental e Hong Kong, recebendo os cartões de embarque para todos os trechos já no aeroporto de origem, graças à cooperação de “check-in único e despacho direto de bagagem” entre Air China e o Aeroporto de Daxing.
Para viajantes corporativos, a frequência diária oferece a flexibilidade de horários que estava ausente na rota China-Itália desde 2020. Exportadores italianos de produtos de luxo, fornecedores automotivos e empresas de engenharia com operações na China pressionaram por mais voos diretos para facilitar trabalhos presenciais em projetos. As autoridades locais de Milão, por sua vez, esperam que o serviço estimule o turismo chinês de alto poder aquisitivo, especialmente com os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 se aproximando no norte da Itália.
A inauguração reforça a estratégia agressiva de internacionalização do Aeroporto de Daxing, que já oferece mais de 40 destinos internacionais e prepara lançamentos para Lisboa e Bali ainda este ano. Do ponto de vista político, a rota está alinhada com as isenções unilaterais de visto de 15 e 30 dias concedidas por Pequim a 50 países, incluindo a Itália, válidas até 31 de dezembro de 2026. O regime de vistos mais flexível, aliado à nova capacidade direta, visa restaurar a posição da China como hub para o tráfego Europa-Ásia e incentivar pequenas e médias empresas europeias a explorar o mercado chinês.
Gestores de viagens devem observar que, pelo menos inicialmente, a Air China utilizará aeronaves wide-body com configuração de três classes (executiva, econômica premium e econômica), sem primeira classe. Tarifas corporativas negociadas estão disponíveis pelo programa corporativo China-Europa da companhia. Passageiros em trânsito pelo Aeroporto de Daxing ainda precisam passar por verificação rotineira de temperatura e reconhecimento facial na saída, mas não precisam mais preencher declarações de saúde na chegada, exigidas durante a pandemia.
O voo reduz o tempo total de viagem entre a capital chinesa e o centro financeiro italiano em pelo menos três horas, em comparação com a maioria dos itinerários com escala, além de eliminar a necessidade de transferências entre os aeroportos Capital e Daxing em Pequim. Passageiros com bilhetes integrados podem despachar bagagens diretamente para Milão a partir de 20 cidades na China continental e Hong Kong, recebendo os cartões de embarque para todos os trechos já no aeroporto de origem, graças à cooperação de “check-in único e despacho direto de bagagem” entre Air China e o Aeroporto de Daxing.
Para viajantes corporativos, a frequência diária oferece a flexibilidade de horários que estava ausente na rota China-Itália desde 2020. Exportadores italianos de produtos de luxo, fornecedores automotivos e empresas de engenharia com operações na China pressionaram por mais voos diretos para facilitar trabalhos presenciais em projetos. As autoridades locais de Milão, por sua vez, esperam que o serviço estimule o turismo chinês de alto poder aquisitivo, especialmente com os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 se aproximando no norte da Itália.
A inauguração reforça a estratégia agressiva de internacionalização do Aeroporto de Daxing, que já oferece mais de 40 destinos internacionais e prepara lançamentos para Lisboa e Bali ainda este ano. Do ponto de vista político, a rota está alinhada com as isenções unilaterais de visto de 15 e 30 dias concedidas por Pequim a 50 países, incluindo a Itália, válidas até 31 de dezembro de 2026. O regime de vistos mais flexível, aliado à nova capacidade direta, visa restaurar a posição da China como hub para o tráfego Europa-Ásia e incentivar pequenas e médias empresas europeias a explorar o mercado chinês.
Gestores de viagens devem observar que, pelo menos inicialmente, a Air China utilizará aeronaves wide-body com configuração de três classes (executiva, econômica premium e econômica), sem primeira classe. Tarifas corporativas negociadas estão disponíveis pelo programa corporativo China-Europa da companhia. Passageiros em trânsito pelo Aeroporto de Daxing ainda precisam passar por verificação rotineira de temperatura e reconhecimento facial na saída, mas não precisam mais preencher declarações de saúde na chegada, exigidas durante a pandemia.
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