
A Direção-Geral de Migração e Assuntos Internos da Comissão Europeia divulgou novas orientações sobre a aplicação do novo Sistema de Entrada/Saída (EES), que está em pleno funcionamento há mais de três meses. Em comunicado publicado em 27 de julho de 2026, Bruxelas lembra aos viajantes que o EES registra automaticamente dados do passaporte, imagens faciais e impressões digitais de todos os cidadãos não pertencentes à UE que entram ou saem do Espaço Schengen. Desde seu lançamento, em 10 de abril de 2026, o sistema já registrou mais de 145 milhões de movimentos.
Ao contrário de alguns comentários nas redes sociais, o documento esclarece que portadores de vistos de longa duração ou autorizações de residência emitidas por Chipre ou Irlanda **não estão isentos** do registro biométrico. Chipre, ainda fora do Espaço Schengen, optou por ativar o EES em seus aeroportos e portos marítimos, conforme seu roteiro de adesão; assim, cidadãos de países terceiros residentes em Chipre enfrentam o mesmo processo nos quiosques ao cruzar uma fronteira externa de Schengen que outros viajantes não pertencentes à UE.
Os únicos viajantes dispensados do novo procedimento são diplomatas, certas tripulações marítimas transfronteiriças e familiares de cidadãos da UE/EEE portadores de cartões de residência emitidos pela UE. Visitantes a negócios que fazem viagens frequentes via Larnaca ou Pafos devem, portanto, reservar tempo extra — oficialmente cerca de 60 a 90 segundos por pessoa — para a captura biométrica em aeroportos de conexão como Atenas, Viena ou Frankfurt. As companhias aéreas foram orientadas a informar sobre essa mudança durante o check-in, para que os portadores de autorizações de residência cipriotas não sejam surpreendidos em conexões apertadas.
Para empregadores multinacionais que gerenciam deslocamentos regionais via Chipre, a clarificação elimina dúvidas sobre responsabilidades de conformidade. Gestores de mobilidade devem atualizar as orientações pré-embarque e garantir que funcionários com autorizações de residência MEU ou “pink slips” temporários compreendam que precisam registrar as impressões digitais na primeira reentrada em Schengen após 10 de abril. A não realização do cadastro no EES pode resultar em recusa de embarque no voo de retorno ou multa na fronteira.
As empresas também são lembradas de que, a partir de meados de 2027, os dados do EES serão integrados ao ETIAS, o que significa que qualquer permanência irregular detectada pelo sistema poderá bloquear automaticamente futuras autorizações de viagem.
Olhando para o futuro, a orientação reforça a determinação da Comissão em manter o cronograma do EES, apesar dos pedidos de alguns Estados-membros para suspender a implementação durante a movimentada temporada de verão. Para Chipre — que espera obter uma decisão política favorável sobre sua adesão ao Schengen ainda este ano — o funcionamento eficiente dos quiosques em Larnaca e Pafos será um teste importante quando os ministros da UE avaliarem a prontidão das fronteiras externas da ilha.
Ao contrário de alguns comentários nas redes sociais, o documento esclarece que portadores de vistos de longa duração ou autorizações de residência emitidas por Chipre ou Irlanda **não estão isentos** do registro biométrico. Chipre, ainda fora do Espaço Schengen, optou por ativar o EES em seus aeroportos e portos marítimos, conforme seu roteiro de adesão; assim, cidadãos de países terceiros residentes em Chipre enfrentam o mesmo processo nos quiosques ao cruzar uma fronteira externa de Schengen que outros viajantes não pertencentes à UE.
Os únicos viajantes dispensados do novo procedimento são diplomatas, certas tripulações marítimas transfronteiriças e familiares de cidadãos da UE/EEE portadores de cartões de residência emitidos pela UE. Visitantes a negócios que fazem viagens frequentes via Larnaca ou Pafos devem, portanto, reservar tempo extra — oficialmente cerca de 60 a 90 segundos por pessoa — para a captura biométrica em aeroportos de conexão como Atenas, Viena ou Frankfurt. As companhias aéreas foram orientadas a informar sobre essa mudança durante o check-in, para que os portadores de autorizações de residência cipriotas não sejam surpreendidos em conexões apertadas.
Para empregadores multinacionais que gerenciam deslocamentos regionais via Chipre, a clarificação elimina dúvidas sobre responsabilidades de conformidade. Gestores de mobilidade devem atualizar as orientações pré-embarque e garantir que funcionários com autorizações de residência MEU ou “pink slips” temporários compreendam que precisam registrar as impressões digitais na primeira reentrada em Schengen após 10 de abril. A não realização do cadastro no EES pode resultar em recusa de embarque no voo de retorno ou multa na fronteira.
As empresas também são lembradas de que, a partir de meados de 2027, os dados do EES serão integrados ao ETIAS, o que significa que qualquer permanência irregular detectada pelo sistema poderá bloquear automaticamente futuras autorizações de viagem.
Olhando para o futuro, a orientação reforça a determinação da Comissão em manter o cronograma do EES, apesar dos pedidos de alguns Estados-membros para suspender a implementação durante a movimentada temporada de verão. Para Chipre — que espera obter uma decisão política favorável sobre sua adesão ao Schengen ainda este ano — o funcionamento eficiente dos quiosques em Larnaca e Pafos será um teste importante quando os ministros da UE avaliarem a prontidão das fronteiras externas da ilha.
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