
Mais de 17 mil pedidos de reembolso continuam pendentes quase 90 dias após uma greve de três dias dos agentes de atendimento ao cliente da Air Canada, que prejudicou a alta temporada de viagens de verão. Uma investigação da CityNews revelou que os passageiros ainda aguardam o reembolso de despesas com remarcação, hotel e alimentação, apesar da promessa pública da companhia aérea de resolver o acúmulo até o início de novembro.
O painel interno da Air Canada, chamado ‘Compromisso com a Recuperação’, mostra que cerca de 1.400 pedidos são processados por dia, mas os casos ‘complexos’ — geralmente envolvendo itinerários internacionais com múltiplos trechos — estão levando muito mais tempo. Os viajantes a negócios mais afetados incluem consultores que custearam voos de última hora para cumprir prazos com clientes e expatriados que tiveram suas viagens de retorno canceladas.
De acordo com o Regulamento de Proteção ao Passageiro Aéreo do Canadá (APPR), as companhias aéreas devem compensar os viajantes por despesas razoáveis causadas por greves ou paralisações sob seu controle. No entanto, os solicitantes relatam múltiplas solicitações de documentos e falta de clareza sobre quais comprovantes são aceitos. Vários passageiros prejudicados já registraram reclamações na Agência Canadense de Transporte, que enfrenta um atraso de 18 meses no processamento dos casos.
Gerentes de viagens corporativas são aconselhados a acompanhar ativamente os pedidos em aberto e a escalar os casos que ultrapassarem 60 dias por meio do atendimento corporativo dedicado da Air Canada. Para futuras interrupções, especialistas recomendam negociar acordos de nível de serviço com as companhias aéreas preferenciais, incluindo prazos acelerados para reembolso ou vouchers de viagem, para minimizar os custos diretos dos funcionários em missão.
O painel interno da Air Canada, chamado ‘Compromisso com a Recuperação’, mostra que cerca de 1.400 pedidos são processados por dia, mas os casos ‘complexos’ — geralmente envolvendo itinerários internacionais com múltiplos trechos — estão levando muito mais tempo. Os viajantes a negócios mais afetados incluem consultores que custearam voos de última hora para cumprir prazos com clientes e expatriados que tiveram suas viagens de retorno canceladas.
De acordo com o Regulamento de Proteção ao Passageiro Aéreo do Canadá (APPR), as companhias aéreas devem compensar os viajantes por despesas razoáveis causadas por greves ou paralisações sob seu controle. No entanto, os solicitantes relatam múltiplas solicitações de documentos e falta de clareza sobre quais comprovantes são aceitos. Vários passageiros prejudicados já registraram reclamações na Agência Canadense de Transporte, que enfrenta um atraso de 18 meses no processamento dos casos.
Gerentes de viagens corporativas são aconselhados a acompanhar ativamente os pedidos em aberto e a escalar os casos que ultrapassarem 60 dias por meio do atendimento corporativo dedicado da Air Canada. Para futuras interrupções, especialistas recomendam negociar acordos de nível de serviço com as companhias aéreas preferenciais, incluindo prazos acelerados para reembolso ou vouchers de viagem, para minimizar os custos diretos dos funcionários em missão.
Fonte: CityNews Toronto
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