
Funcionários de solo e segurança dos dois aeroportos comerciais de Roma realizaram uma greve de quatro horas, das 10h às 14h, em 12 de novembro, protestando contra a paralisação das negociações sobre pagamento de finais de semana e horas extras. Companhias aéreas cancelaram ou reagendaram preventivamente dezenas de voos de curta distância, enquanto as de longa distância atrasaram as partidas para depois das 14h, respeitando os limites de jornada das tripulações.
A ITA Airways relatou uma “disrupção controlada” ao redirecionar voos transatlânticos via Milão-Malpensa para reabastecimento e troca de tripulação, mas as low-cost Ryanair e Wizz Air emitiram vouchers para remarcação em massa. A paralisação marcou a 27ª greve no setor aeroportuário da Itália em 2025, segundo dados da autoridade de transportes, evidenciando uma tendência que compromete a confiabilidade dos horários para viajantes corporativos.
A legislação trabalhista italiana exige apenas 48 horas de aviso prévio para greves de menos de 24 horas, limitando o tempo de planejamento das companhias aéreas. Gestores de mobilidade são aconselhados a incluir folgas de meio período nos roteiros pela Itália, usar tarifas flexíveis que permitam alterações no mesmo dia sem penalidade e contratar previamente serviços locais para o transporte final — especialmente em Ciampino, onde as conexões ferroviárias são limitadas.
Com os sindicatos aeroportuários alertando para novas ações durante o período de festas em dezembro, as empresas devem acompanhar o calendário nacional de greves publicado pela Autoridade de Transportes da Itália e garantir que expatriados conheçam os procedimentos de reembolso para viagens afetadas, conforme o Regulamento Europeu 261/2004.
O episódio também revela o crescente interesse dos operadores de aviação executiva por hubs alternativos, como Perugia e Ancona, que não foram afetados e registraram aumento na demanda por slots de última hora.
A ITA Airways relatou uma “disrupção controlada” ao redirecionar voos transatlânticos via Milão-Malpensa para reabastecimento e troca de tripulação, mas as low-cost Ryanair e Wizz Air emitiram vouchers para remarcação em massa. A paralisação marcou a 27ª greve no setor aeroportuário da Itália em 2025, segundo dados da autoridade de transportes, evidenciando uma tendência que compromete a confiabilidade dos horários para viajantes corporativos.
A legislação trabalhista italiana exige apenas 48 horas de aviso prévio para greves de menos de 24 horas, limitando o tempo de planejamento das companhias aéreas. Gestores de mobilidade são aconselhados a incluir folgas de meio período nos roteiros pela Itália, usar tarifas flexíveis que permitam alterações no mesmo dia sem penalidade e contratar previamente serviços locais para o transporte final — especialmente em Ciampino, onde as conexões ferroviárias são limitadas.
Com os sindicatos aeroportuários alertando para novas ações durante o período de festas em dezembro, as empresas devem acompanhar o calendário nacional de greves publicado pela Autoridade de Transportes da Itália e garantir que expatriados conheçam os procedimentos de reembolso para viagens afetadas, conforme o Regulamento Europeu 261/2004.
O episódio também revela o crescente interesse dos operadores de aviação executiva por hubs alternativos, como Perugia e Ancona, que não foram afetados e registraram aumento na demanda por slots de última hora.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Itália.Mais de Itália
Ver tudo
Meloni Desafia Tribunais e Promete Reviver Esquema de Processamento de Asilo Offshore entre Itália e Albânia
Escritório de Advocacia Amplia Serviço Conduzido por Advogados para Visto de Investidor na Itália com Aumento da Demanda