
O Shanghai Securities News informou em 9 de janeiro de 2026 que a população acumulada de “viajantes aéreos” da China (pessoas que já voaram pelo menos uma vez) ultrapassou 5 bilhões em 2025, tornando-se a maior do mundo. Esse marco — anunciado na mesma conferência de aviação civil — destaca como as viagens aéreas se tornaram parte do cotidiano e da mobilidade empresarial em todo o país.
Autoridades atribuíram esse crescimento à intensa construção de aeroportos durante o 14º Plano Quinquenal, incluindo novos terminais em Chengdu, Qingdao e Xiamen, além da consolidação de quatro complexos aeroportuários de classe mundial nas regiões de Pequim-Tianjin-Hebei, Delta do Rio Yangtzé, Grande Baía e zona econômica Chengdu-Chongqing.
Mais de 630 bilhões de yuans (US$ 88 bilhões) foram investidos em infraestrutura aérea nos últimos cinco anos. Atualmente, 93% das cidades em nível de prefeitura da China estão a até 90 minutos de carro de um aeroporto comercial, e voos regulares conectam 90 países e 263 destinos internacionais — fator crucial para multinacionais que realocam funcionários ou movimentam componentes em cadeias de suprimentos de alto valor.
Para os gestores de viagens corporativas, essa base crescente significa maior volume, maior poder de negociação com as companhias aéreas em tarifas negociadas e uma necessidade maior de diferenciação na experiência do viajante. Analistas preveem que a competição por serviços adicionais vai se intensificar, com as companhias oferecendo pacotes que incluem Wi-Fi, despacho de bagagem integrado em itinerários interlineares e programas de compensação de carbono para conquistar a fidelidade dos clientes.
Autoridades atribuíram esse crescimento à intensa construção de aeroportos durante o 14º Plano Quinquenal, incluindo novos terminais em Chengdu, Qingdao e Xiamen, além da consolidação de quatro complexos aeroportuários de classe mundial nas regiões de Pequim-Tianjin-Hebei, Delta do Rio Yangtzé, Grande Baía e zona econômica Chengdu-Chongqing.
Mais de 630 bilhões de yuans (US$ 88 bilhões) foram investidos em infraestrutura aérea nos últimos cinco anos. Atualmente, 93% das cidades em nível de prefeitura da China estão a até 90 minutos de carro de um aeroporto comercial, e voos regulares conectam 90 países e 263 destinos internacionais — fator crucial para multinacionais que realocam funcionários ou movimentam componentes em cadeias de suprimentos de alto valor.
Para os gestores de viagens corporativas, essa base crescente significa maior volume, maior poder de negociação com as companhias aéreas em tarifas negociadas e uma necessidade maior de diferenciação na experiência do viajante. Analistas preveem que a competição por serviços adicionais vai se intensificar, com as companhias oferecendo pacotes que incluem Wi-Fi, despacho de bagagem integrado em itinerários interlineares e programas de compensação de carbono para conquistar a fidelidade dos clientes.
Fonte: Shanghai Securities Daily
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