
O Conselho Federal Suíço confirmou que os limites para autorizações de trabalho para nacionais de países fora da UE/EFTA, prestadores de serviços da UE/EFTA em missões superiores a 120 dias e cidadãos do Reino Unido pós-Brexit permanecerão nos níveis de 2025 ao longo de 2026. A decisão, publicada em 11 de janeiro de 2026 e incorporada à revisão da Ordem sobre Admissão, Residência e Atividade Remunerada (OASA), mantém as seguintes cotas anuais: 4.500 autorizações de residência categoria B e 4.000 autorizações de curta duração categoria L para especialistas de países terceiros; 3.000 autorizações L e 500 autorizações B para prestadores de serviços da UE/EFTA; e 1.400 autorizações L e 2.100 autorizações B reservadas para cidadãos do Reino Unido.
Ao optar pela estabilidade, o governo sinaliza sua intenção de garantir aos empregadores acesso previsível a talentos escassos enquanto o parlamento debate reformas mais amplas no mercado de trabalho. A Secretaria de Estado para Migração (SEM) informou que 93% das cotas para países terceiros foram utilizadas em 2025, com os polos de ciências da vida em Basel e na região do Lago de Genebra sendo os mais dependentes do esquema. As equipes de RH, no entanto, devem apresentar os pedidos no início do ano, pois as autoridades cantonais alocam as autorizações por ordem de chegada.
Especialistas jurídicos destacam que as cotas não utilizadas em 2025 não serão transferidas para 2026, e os transferidos dentro da empresa ainda precisam cumprir os critérios de salário e acomodação. As empresas são aconselhadas a revisar suas tabelas salariais com base nos novos índices de custo de vida de 2026 para evitar recusas.
O Conselho Federal revisará as cotas novamente no outono de 2026, mas autoridades indicaram que qualquer ajuste futuro dependerá dos indicadores macroeconômicos e do progresso nas negociações exploratórias com a UE sobre um novo quadro institucional.
Ao optar pela estabilidade, o governo sinaliza sua intenção de garantir aos empregadores acesso previsível a talentos escassos enquanto o parlamento debate reformas mais amplas no mercado de trabalho. A Secretaria de Estado para Migração (SEM) informou que 93% das cotas para países terceiros foram utilizadas em 2025, com os polos de ciências da vida em Basel e na região do Lago de Genebra sendo os mais dependentes do esquema. As equipes de RH, no entanto, devem apresentar os pedidos no início do ano, pois as autoridades cantonais alocam as autorizações por ordem de chegada.
Especialistas jurídicos destacam que as cotas não utilizadas em 2025 não serão transferidas para 2026, e os transferidos dentro da empresa ainda precisam cumprir os critérios de salário e acomodação. As empresas são aconselhadas a revisar suas tabelas salariais com base nos novos índices de custo de vida de 2026 para evitar recusas.
O Conselho Federal revisará as cotas novamente no outono de 2026, mas autoridades indicaram que qualquer ajuste futuro dependerá dos indicadores macroeconômicos e do progresso nas negociações exploratórias com a UE sobre um novo quadro institucional.
Fonte: Mondaq